Dor de cabeça pode ser “vista cansada”.


Dor de cabeça pode ser “vista cansada”.

A “vista cansada” ou presbiopia pode estar associada a uma série de sintomas que prejudicam sua qualidade de vida. Em sua grande maioria, elas ocorrem no seu dia-a-dia sem que perceba. Sabe quando você “força a vista” para ler e enxergar objetos de perto ou afasta algo que está lendo para visualizar com nitidez? E quando você sente aquela dor de cabeça após um dia intenso em frente ao computador? Então, esses são alguns dos sinais de desenvolvimento da presbiopia.

O que é presbiopia ou “vista cansada”?

A presbiopia ou “vista cansada” é um problema que surge naturalmente em decorrência do envelhecimento do cristalino, nossa lente natural do olho, principalmente em pacientes acima dos 40 anos!  Ou seja, o olho começa a apresentar uma diminuição na capacidade de focar em objetos próximos.

Um paciente sem problemas de visão tem a formação da imagem na retina. Já nos olhos com presbiopia, a imagem tende a formar-se atrás da retina, ficando desfocada.

Quais são os sintomas?

Os sintomas da “vista cansada”, em sua grande maioria, envolvem a visão embaçada para perto, fadiga ocular (sensação de vista cansada), dores de cabeça, olhos vermelhos, mudança na acuidade visual e desconforto.

É comum pacientes se queixarem também de sentir dificuldade em enxergar com pouca luz (baixa luminosidade).

Qual o tratamento?

O tratamento para presbiopia consiste em corrigir o erro refrativo. Entre as opções, estão o uso de óculos, lentes de contato ou a cirurgia Facorrefrativa, cirurgia que consiste em trocar o cristalino por uma lente multifocal.

No entanto, para correção correta da complicação, é preciso entender detalhadamente a causa da presbiopia. Pode estar relacionada desde algum tipo de complicação ocular grave até fadiga excessiva do sistema ocular causada pelo uso de eletrônicos.

Sendo assim, em busca da melhor alternativa para cuidar da saúde dos seus olhos, ao surgirem os sintomas, busque imediatamente o seu oftalmologista!
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10 alimentos para comer bem e viver melhor

Atualmente, existe uma preocupação por grande parte da população em comer bem e viver melhor. Portanto, consumir mais frutas, legumes, grãos, carnes magras e produtos integrais irão contribuir para uma alimentação saudável e consequentemente uma vida melhor.
Uma boa alimentação também auxilia na prevenção de doenças, tornando tratamentos mais eficazes e favorecendo o paciente com uma recuperação mais rápida. Além de fazer bem para a pele, cabelos e unhas.

Comer bem e viver melhor

A natureza nos fornece uma série de alimentos e cabe a nós escolhermos as melhores opções para atender as necessidades do nosso organismo.

1 – Aveia

Ajuda a diminuir o colesterol ruim, o LDL. Ganhou o selo de redutor do risco de doenças cardíacas da FDA, agência americana de controle de alimentos e remédios.

2 – Soja

O consumo de soja traz benefícios para as mulheres que sofrem com os desconfortos da menopausa, principalmente os calores repentinos. Além dos produtos à base de soja (iogurtes, leite, queijo), experimente acrescentar os grãos de soja à salada.

3 – Castanha-do-pará

Assim como noz, pistache e amêndoa, auxilia na prevenção de problemas cardíacos. Também ganhou o selo de redutora de doenças cardiovasculares da FDA.

4 – Couve-flor

A ingestão diária de ½ xícara (chá) de couve-flor ajuda a reduzir os riscos de tumores nas mamas. Isso porque o vegetal contém substâncias que reduzem o nível do hormônio estrogênio, associado ao surgimento do câncer.

5 – Azeite de oliva

Auxilia na redução do LDL. Sua ingestão no lugar de margarina ou manteiga pode reduzir em até 40% o risco de doenças do coração.

6 – Maçã

Ajuda a prevenir tumores malignos. O consumo regular de frutas variadas auxilia na redução de doenças cardíacas e da pressão sanguínea, além de evitar doenças oculares como catarata.

7 – Peixe

Os peixes ricos em ômega 3, como a sardinha, o bacalhau e o salmão, são poderosos aliados na prevenção de infartos e derrames. Estudos indicam também que reduzem dores de artrite, melhoram a depressão e protegem o cérebro contra doenças como o mal de Alzheimer.

8 – Banana

É uma das melhores fontes de potássio, responsável por manter a pressão sanguínea sob controle e é importante para os músculos, evitando as cãibras. Protege de doenças cardíacas ao evitar o acúmulo de placas de gordura nas artérias.

9 – Alho

Reduz a pressão arterial e protege o coração ao diminuir a taxa de colesterol ruim e aumentar os níveis do colesterol bom, o HDL. Pesquisas indicam que pode ajudar na prevenção de tumores malignos.

10- Mel

Além de adoçante natural, o mel também ajuda nosso corpo a se defender das infecções provocadas pelas bactérias. Um copo de leite morno adoçado com 2 colheres (sopa) de mel antes de dormir ajuda a ter uma boa noite de sono.

Como anda a sua alimentação e a sua saúde?!
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RT: DR REMULO ORLANDO – CRM: 16811

Quais as principais doenças do inverno?

Com a chegada do inverno, aumentam os riscos de doenças respiratórias transmissíveis, como a gripe. Isso ocorre principalmente pela mudança climática e baixa umidade do ar, sendo que o organismo consequentemente torna-se mais frágil, com maiores chances de contrair essas doenças. Os problemas respiratórios são os mais comuns.

Entender quais são as principais doenças do inverno, quais sintomas apresentam e como evitá-las é essencial para sua qualidade de vida. Afinal, alguns cuidados simples podem ajudar na prevenção, diminuindo as chances do desenvolvimento delas.

Resfriados e gripes

Os resfriados são infecções mais brandas do que a gripe, sendo que o indivíduo apresenta sintomas, como coriza, espirros e dor de garganta. Geralmente, o tempo de duração é em torno de 3 a 5 dias e não causa outros problemas decorrentes do vírus.

Já a gripe é bastante similar ao resfriado, mas com sintomas mais acentuados e persistentes. Consistem na infecção das vias respiratórias superiores e pode causar febre igual ou superior a 37,8ºC. Além disso, também há sinais de coriza, dores no corpo, tosse e secreção nasal.

Tanto o resfriado quanto a gripe tem origem viral e são transmitidos por meio de saliva ou secreção nasal, por exemplo. No inverno é bastante comum ter um número maior de pessoas gripadas ou resfriadas, justamente porque as condições climáticas contribuem para a proliferação desses vírus.

Rinite alérgica

A rinite alérgica também é outro problema que surge frequentemente no inverno. Trata-se de uma inflamação nas mucosas do nariz que podem ser impulsionada por causa de ácaros, poeira, pólen e outros agentes. Assim, os sintomas são espirros, coceira no nariz e também coriza.

O período de duração varia e em alguns casos é observado por vários dias. Dessa maneira, é importante que a pessoa busque identificar quais são as causas principais da rinite alérgica. Por ser um problema crônico, o ideal é consultar um médico especialista que recomenda algum medicamento ou tratamentos que aliviam os sintomas, além de evitar o contato com substâncias que desencadeiam a alergia.

Asma

A asma é uma inflamação crônica das vias aéreas e ocorre pelo contato com agentes que causam irritação nos brônquios, diminuindo a passagem de ar. Os fatores que estimulam uma crise de asma são diversos, como frio, mofo e poeira.

Os principais sinais da asma são tosse, dificuldade para respirar e chiados no peito. O problema é crônico, por isso, é necessário que haja um controle da doença para evitar que os sintomas apareçam frequentemente, levando a um caso mais sério e com possíveis complicações.

Assim, é essencial conversar com um médico especialista para realizar uma análise clínica e, a partir disso, entender qual é o método mais adequado.

Como visto, o frio e a queda brusca de temperatura são fatores que impulsionam o agravamento da asma. Logo, se a doença não estiver controlada, as crises se tornam mais frequentes.

O tratamento envolve o uso de medicamentos que reduzem a inflamação dos brônquios e ajudam a evitar novas crises. Apesar de não ter cura, é possível ter uma rotina normal e conviver com o problema com a prevenção e controle.

Otite

Otite é a infecção do ouvido médio e costuma ser constante principalmente nas crianças, que são mais propensas a desenvolverem o problema. Ocorre por causa de vírus e bactérias, causando dores no ouvido, secreção, dor, cabeça e outros sintomas.

Os fatores de riscos incluem problemas respiratórios, resfriados ou gripes e até mesmo a idade, já que as crianças têm a tendência de desenvolver otite.

Quanto ao tratamento, o médico pode recomendar que o paciente use analgésicos para aliviar a dor ou em caso de infecção bacteriana, é usado antibióticos.

Sinusite

A sinusite é uma inflamação que acomete a mucosa dos seios da face, isto é, as cavidades ósseas que ficam localizadas ao redor do nariz. Alguns dos sintomas são secreções nasais, dor de cabeça e redução do olfato. Assim, ela pode surgir em decorrência de uma infecção por meio de bactérias, vírus e fungos ou, ainda, uma alergia.

Logo, a sinusite aguda tem um período de duração menor e, em grande parte dos casos, é temporário. Já o problema crônico é analisado por mais de 12 semanas.

O tratamento é prescrito por um médico especialista e pode ser usado medicamentos anti-inflamatórios, descongestionantes e outros.

Amigdalite 

É uma dor de garganta que atinge uma parcela significativa da população, sendo que as crianças tendem a desenvolver mais do que adultos. A inflamação das amígdalas causa sintomas, como inchaço, dor de garganta e febre.

Esses sinais se intensificam principalmente no inverno, pois nessa época os ambientes fechados e o ar contribuem para a proliferação de vírus e bactérias.

Com o tratamento é possível curar a amigdalite, eliminando as dores e infecção. Contudo, cabe ao médico analisar qual é a origem, bacteriana ou viral. A partir disso é necessário iniciar o uso de medicamentos e se resguardando para também ter uma boa recuperação e, em alguns casos, evitar a transmissão.

Como abordado durante o post, há algumas doenças de inverno ,e por isso, identificar os sintomas e causa de cada uma delas tem grande importância. Com algumas ações você pode se prevenir de contrair e desenvolver esses problemas. Então, procure beber a quantidade necessária de água para seu corpo, evite ambientes fechados e dê preferência aos locais arejados. Também tenha uma boa rotina alimentar, faça exercícios físicos e durma bem. Com todas essas dicas é possível evitar doenças e ter uma vida mais saudável durante o frio. Além disso, lembre-se de que consultar um médico regularmente é fundamental para estar com a saúde em dia e realizar o tratamento adequado em caso de doenças.

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O inverno e a pele

O inverno chegou e com ele a nossa pele sofre com o ressecamento. Basta chegar o friozinho para nossa pele sofrer com o vento e a queda de temperatura.

Você pode até gostar bastante desse clima para ficar em casa, embaixo das cobertas, mas a verdade é que junto com o inverno, chegam as temperaturas mais baixas, ventos frios e clima seco, ou seja, fatores que favorecem a perda da umidade natural do corpo. Sobretudo, nessa época do ano, não consumimos tanta água e tomamos banhos mais quentes e essas são exemplos de atitudes que levam a um incômodo enorme para o corpo, ou seja, o ressecamento da pele.

Os banhos quentes ressecam a pele porque eles retiram a gordura natural dela. Contudo, vale destacar que, a gordura é um dos fatores que ajudam na proteção da pele e manutenção da hidratação.

A importância da hidratação no inverno

A pele hidratada ajuda a prevenir o surgimento de coceira, descamação e dermatites.  Mesmo pacientes com maior produção de sebo devem manter os cuidados. Às vezes, é necessário fazer ajustes no tratamento dermatológico de acordo com a estação, porém, sempre atendendo às necessidades daquele corpo, a fim de não agravar outros problemas.

Outras dicas sobre hidratação:

  • Beba, no mínimo, dois litros de água por dia;
  • Evite banhos muito quentes e demorados.
  • Use hidratantes específicos para o seu tipo de pele logo após o banho, esse é um dos melhores momentos para maior absorção do produto.

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Como escolher o tamanho da prótese de silicone?

A cirurgia de prótese de mama é a cirurgia plástica mais realizada no Brasil e no mundo. O aumento das mamas melhora muito a autoestima das mulheres, fazendo com que se sintam melhores vestidas e mais confiantes no dia a dia.

Durante os últimos anos as próteses têm evoluído muito, e estão cada vez mais resistentes e duradouras. As próteses que antigamente tinham um “prazo de validade” de dez anos já não o têm mais, sendo possível acompanhá-las por exames de rotina por um longo período.

 

Primeiramente, você quer ter uma mama mais natural ou um decote mais marcado? Existem dois formatos de prótese de silicone, as redondas e as anatômicas (ou em gota). As mais utilizadas em cirurgia estéticas são as redondas, que deixam a parte superior da mama mais cheia e marcam mais o decote. Se você prefere resultados mais naturais, é possível utilizar as anatômicas ou associar uma prótese redonda ao enxerto de gordura, também chamada de cirurgia mamária híbrida.

Como Escolher o Tamanho das Minhas Próteses?

O tamanho da prótese é escolhido em conjunto com a paciente, baseado em seus desejos e nas medidas do tórax e mamas obtidas durante o exame físico. Não existe nenhuma fórmula mágica, mas temos que respeitar alguns conceitos médicos para obtenção de resultados mais seguros e duradouros.

3 Dicas para Escolher o Tamanho da Prótese de Silicone

A seguir comentamos 3 dicas para ajudar a escolher o tamanho da prótese de silicone:

  1. Não escolha um determinado volume só porque sua amiga colocou. Saiba que as características de seu tórax e de suas mamas podem ser muito diferentes dos dela. Por isto, a comparação entre amigas do volume utilizado acaba tendo pouco valor, pois nem sempre a prótese de outra pessoa é a melhor para você.
  2. Pense a longo prazo. As próteses irão lhe acompanhar não por um ano, mas por muitos anos. Quanto maior o volume do implante, mais rápido você irá perder o resultado da cirurgia.
  3. Tenha bom senso: o tamanho da prótese deve ser definido com bom senso, respeitando-se os limites impostos pelas características do seu tórax e dos tecidos da sua mama.

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Pare e respire!

Você sabia que o Brasil está entre os dez países no mundo com maior número de pessoas que sofrem com ansiedade e depressão? Isso sem falar do estresse e do cansaço mental que muitos de nós estamos enfrentando por estarmos isolados há mais de um ano.

a atividade física é uma grande aliada para combater transtornos mentais, pois estimula a produção de substâncias no organismo que melhoram o humor, ajudam a relaxar e trazem bem-estar. Além do exercício, algo muito simples, que você faz o tempo todo automaticamente, sem prestar atenção, pode ajudar a combater o estresse e a ansiedade: respirar

Sim, quando falamos de respiração consciente, há muitos benefícios. Confira:

Reduz o estresse;

Promove relaxamento mental e corporal;

Desenvolve a concentração e o foco;

Diminui a pressão arterial;

Promove alívio dos sintomas de ansiedade;

Traz calma na tomada de decisões;

Aumenta a sensação de paz e equilíbrio;

Promove melhor qualidade do sono..

 

 

Como voltar ao treino pós-covid?

Pessoas que praticavam exercícios antes de contrair a covid-19 estão se deparando com novos desafios ao retornar aos treinos. Isso porque a infecção causada pelo coronavírus (SARS-CoV-2) pode deixar sequelas que prejudicam a prática de atividade física, como cansaço, fraqueza muscular, confusão mental, dificuldades para dormir. Há ainda risco de ter um problema sério devido a danos no coração e pulmão.

Segundo o doutor em ciências da saúde Paulo Gentil, um dos autores do estudo, professor na UFG (Universidade Federal de Goiás), a prática de exercícios pode ajudar a acelerar a recuperação do organismo pois estimula a imunovigilância, aumentando a quantidade de células de defesa do sistema imune e as tornando mais eficientes no combate a doenças. Fora o efeito anti-inflamatório crônico do próprio treino, importante para combater a inflamação sistêmica causada pela covid-19.

 

Antes de colocar a roupa de ginástica, quem teve covid-19 deve fazer um check-up para avaliar a saúde. Isso vale até mesmo se você só apresentou sintomas leves ou não ficou com sequelas. Com a avaliação e liberação médica em mãos, o profissional de educação física terá condições de elaborar treinos que ajudem a melhorar a qualidade de vida e não colocarão a saúde paciente em riscos.

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Apneia do Sono

Apneia significa “parada de respiração”. A apneia do sono é o distúrbio no qual o indivíduo sofre breves e repetidas interrupções da respiração enquanto dorme.

A apneia obstrutiva do sono é um transtorno do sono comum e potencialmente grave. A via aérea torna-se repetidamente bloqueada pelo relaxamento dos tecidos da faringe e da base da língua, limitando a quantidade de ar que atinge os pulmões.

Quando isso acontece, o paciente pode roncar alto ou causar ruídos sufocantes enquanto tenta respirar. O cérebro e o corpo do mesmo são privados de oxigênio. Isso pode acontecer algumas vezes por noite, ou em casos mais graves, centenas de vezes por noite. Na tentativa de reestabelecer a patência da via aérea superior, ocorrem diversos despertares.

Esses despertares são muitas vezes breves, às vezes durando apenas poucos segundos, e essa é a razão pela qual o indivíduo afetado geralmente não percebe que os apresenta durante o sono. Este padrão se repete durante a noite e um paciente com apneia severa do sono pode apresentar centenas me microdespertares por noite de sono.

Mesmo que os despertares sejam geralmente muito curtos, eles fragmentam e interrompem o ciclo do sono. Essa fragmentação do sono pode causar níveis significativos de fadiga e sonolência diurna, que são sintomas comuns da apneia do sono.

 

Os sinais e sintomas mais associados com a apneia do sono são roncos, apneias testemunhadas pelo companheiro de cama e sonolência excessiva diurna. As pausas respiratórias podem terminar em engasgos, sensação de sufocamento, vocalizações ou breves despertares.

Como resultado ocorre a fragmentação do sono e consequente sonolência diurna e cansaço, sintomas subjetivos e que muitas vezes não são reconhecidos pelo paciente.

O principal fator de risco para a apneia do sono é o excesso de peso corporal. Indivíduos com excesso de peso ou obesidade são mais propensos a ter apneia do sono. No entanto, também pode ocorrer em pessoas magras.

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Você come as suas emoções?

A primeira função da comida é nutrir – ou seja, fornecer ao organismo os nutrientes que ele precisa para funcionar bem. Mas, para além disso, o ato de comer envolve valores sociais e ritualísticos. E, como todo hábito, o comportamento alimentar é aprendido. Ora, se desde cedo fôssemos habituados a comer somente em função da necessidade de energia e nutrientes, talvez não tivéssemos tanto problema com o peso.

A questão é que os sentimentos de ansiedade, tristeza, estresse, raiva ou culpa não desaparecem depois que comemos. Podemos até sentir um alívio durante o consumo dos alimentos, mas, em seguida, vem a frustração e a sensação de fracasso.  Ainda assim, associar a comida a um alívio imediato para os problemas emocionais pode ficar “programado” no cérebro.

Identificar o que dispara o desejo de comer – além do motivo fisiológico, da necessidade orgânica – e investigar a relação com os alimentos são os primeiros passos para fazer as pazes com a comida e as nossas emoções.

 

No fim das contas, a saúde também sai protegida. Afinal, estudos associam uma alimentação por razões emocionais ao descontrole alimentar. E quem come por emoção fica mais propenso ao excesso de peso e de gordura corporal, além de apresentar maior tendência à escolha de alimentos ricos em carboidratos.

A fome emocional aparece de repente. Normalmente, quando comemos por emoção, buscamos um tipo específico de alimento, que é aquele “confortante”.  Já a fome fisiológica surge gradualmente. Para ficarmos satisfeitos, precisamos de uma refeição (ou lanche) completa e variada.

 

 

TPM

É bastante comum que as mulheres apresentem variações de humor antes do período menstrual. Essa ocorrência, que é marcada por vários sintomas característicos, é chamada de Tensão Pré-menstrual ou simplesmente TPM. É um problema tratado com desprezo pela maioria das pessoas, porém pode afetar os relacionamentos e a produtividade profissional e escolar da mulher.

Normalmente a TPM é mais acentuada em mulheres com idade entre 30 e 40 anos. Estima-se que aproximadamente 85% de todas as mulheres que menstruam já tiveram ou ainda apresentam os sintomas da tensão pré-menstrual.

A TPM ocorre em virtude de variações hormonais que acontecem no corpo da mulher durante a fase lútea do ciclo menstrual, ou seja, após a ovulação e antes da menstruação. Esse período pode ser caracterizado por sintomas emocionais e físicos, tais como irritabilidade, agressividade, tensão, depressão, ansiedade, distensão abdominal, dores nas mamas e dores de cabeça.

São bastante frequentes os relatos de que algumas mulheres choram sem motivo ou se descontrolam facilmente. Outras mulheres, no entanto, não sentem nenhuma alteração de humor durante esse período anterior à menstruação. Isso ocorre porque algumas pessoas são mais sensíveis às mudanças hormonais, além disso, a vida pessoal de cada uma tem fator primordial na intensidade da TPM.

Apesar de todos os sintomas negativos do período pré-menstrual, algumas mulheres relatam aspectos positivos. Estudos revelaram que certas mulheres apresentam maior interesse sexual nesse período e também maior criatividade. Portanto, cada sintoma varia de mulher para mulher e também de um mês para outro.

 

Se você sofre com a TPM, consulte com um ginecologista de confiança.

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