Outubro Rosa


Outubro Rosa

Outubro Rosa é uma campanha anual realizada mundialmente em outubro, com a intenção de alertar a sociedade sobre o diagnóstico precoce do câncer de mama. A mobilização visa também à disseminação de dados preventivos e ressalta a importância de olhar com atenção para a saúde, além de lutar por direitos como o atendimento médico e o suporte emocional, garantindo um tratamento de qualidade.

Durante o mês, diversas instituições abordam o tema para encorajar mulheres a realizarem seus exames e muitas até os disponibilizam. Iniciativas como essa são fundamentais para a prevenção, visto que nos estágios iniciais, a doença é assintomática.

Sobre o câncer de mama

O câncer de mama é um tumor maligno que ataca o tecido mamário e é um dos tipos mais comuns, segundo o Instituto Nacional do Câncer – INCA. Ele se desenvolve quando ocorre uma alteração de apenas alguns trechos das moléculas de DNA, causando uma multiplicação das células anormais que geram o cisto.

No Brasil, a recomendação do Ministério da Saúde – assim como a da Organização Mundial da Saúde e a de outros países – é a realização da mamografia de rastreamento (quando não há sinais nem sintomas) em mulheres de 50 a 69 anos, uma vez a cada dois anos. Mulheres com risco elevado para câncer de mama devem conversar com seu médico para avaliação do risco e decidir a conduta a ser adotada. Entretanto, o médico pode solicitar outros exames, como uma ressonância magnética e ultrassonografia, sobretudo, quando se trata de pesquisar nódulos em mamas densas.

Cerca de 30% dos casos de câncer de mama podem ser evitados com a adoção de hábitos saudáveis. Para prevenção, ressalta-se a prática atividade física regularmente, alimentar-se de forma saudável, manter o peso corporal adequado, evitar o consumo de bebidas alcoólicas e amamentar.

O uso de telas e a visão

Seja no celular, computador, tablet ou televisão, hoje em dia é quase impossível ficar longe das telas. Nesse período, você provavelmente já deve ter ouvido falar que ficar muito próximo das telas eletrônicas, usar por horas seguidas o smartphone ou abusar do uso de dispositivo eletrônicos com tela pode prejudicar a visão.

Ficar muito perto das telas pode prejudicar a visão?

Sim, as telas podem prejudicar a visão. E, você também já deve ter percebido que ao ficar muito perto de qualquer dispositivo luminoso pode resultar nos frequente incômodos:

  • coceiras;
  • olho seco;
  • visão turva;
  • dores de cabeça;
  • sensibilidade à luz;
  • tremores involuntários;
  • fadiga ocular;
  • e sensação de peso nas pálpebras.

Esses incômodos podem ser cada vez mais frequentes e podem aparecer majoritariamente em 3 situações:

  1. uso de telas que possuem desequilíbrio de brilho, contraste e saturação ou que emitem luz azul;
  2. quando a pessoa já tem um problema ocular, como por exemplo a miopia;
  3. negligência às recomendações do uso das telas.

No caso da luz azul, a situação é mais agravante, pois a frequência emitida se aproxima à dos raios ultravioletas que são os mesmos emitidos pelo sol. Em casos de exposição à longo prazo e sem proteção, ocasiona no desgaste constante no globo ocular, degeneração macular, alterações no sono, entre outras mudanças no corpo.

Passar muito tempo em frente às telas é mesmo ruim?

Sim, é comprovado cientificamente que ficar horas parado e sem fazer nada, trazem muitos malefícios para o corpo, saúde e bem-estar. Pois quando estamos muito concentrados em frente às telas é normal esquecermos de fazer ações automáticas, como manter a postura, respirar e até piscar, por exemplo.

Relacionando à saúde ocular, diminuir intencionalmente a frequência das piscadas, causa a sensação de olho seco e embaçamento, devido ao esforço prolongado de leitura.

Afinal, o que posso fazer para ter boa saúde ocular, usando as telas?

Para continuar usando as telas sem grandes preocupações é preciso tomar alguns cuidados no dia a dia. Confira abaixo as principais recomendações dos especialistas:

  1. A cada 2 horas, faça uma pausa de 5 a 20 minutos. Nesse intervalo, aproveite para caminhar um pouco, ir ao banheiro, tomar um café ou contemplar o horizonte em um ambiente aberto.
  2. Posicione as telas na altura dos olhos, para não prejudicar a visão e nem mesmo a coluna.
  3. Fique no mínimo 30 centímetros de distância das telas, sendo o ideal 50 centímetros.
  4. Lembre-se de piscar com mais frequência e caso necessário, coloque lembretes e post-its.
  5. Atente-se a iluminação, pois tanto o excesso quanto a falta de luz são prejudiciais à visão;
  6. Ajuste as telas conforme o dia e ambiente. Portanto, configure brilho, contraste e saturação da tela, inclusive alguns aparelhos possuem a função de desligar a emissão de luz azul.

 

Entre em contato pelo WhatsApp   www.bit.ly/contatoclinipop  e agende a sua consulta com o nosso Oftalmologista.

RT: Dr Remulo Orlando CRM 16811

TIREOIDE E O CORAÇÃO: QUAL A RELAÇÃO?

A tireoide ou tiroide é uma glândula que fica localizada logo abaixo do pomo de adão, pesa entre 15 e 25 gramas e tem formato semelhante ao de uma borboleta. Essa glândula tem a importante função de regular as principais funções do organismo e também os órgãos como os rins, cérebro, fígado e o coração.

Em suma, a tireoide é responsável pela produção de dois hormônios: T3 (triiodotironina) e T4 (tiroxina). Esses, por sua vez, são responsáveis por regular o metabolismo, a temperatura corporal, o sono, a frequência cardíaca, o funcionamento do intestino e funções cerebrais, além de estimular diretamente o desenvolvimento e crescimento das crianças.

Os hormônios produzidos pela tireoide agem sobre o coração, controlando os batimentos e a força de contração do músculo cardíaco. Consequentemente, tanto o excesso quanto a falta deles pode afetar negativamente o sistema cardiovascular.

Existem dois tipos de disfunção da tireoide; o hipertireoidismo, que produz hormônios reguladores em excesso e o hipotireoidismo, quando a glândula da tireoide funciona e produz menos do que o necessário.

Essas disfunções influenciam direta ou indiretamente no sistema cardiovascular, principalmente na função cardíaca, nos vasos sanguíneos e nos níveis de colesterol.

Assim, quando uma disfunção ocorre na glândula da tireoide, alterando a produção normal de hormônios, o coração pode ser afetado de diversas formas. Dentre os possíveis problemas estão o aumento no risco de problemas cardiovasculares, como aterosclerose (que é o acumulo de placas de gordura na artéria) e infarto.

Hipotireoidismo e coração: 

Quando ocorre diminuição da produção do hormônio da tireoide o coração enfraquece, tornando seus batimentos mais lentos, o que colabora para a constrição dos vasos sanguíneos e o aumento da pressão arterial. Ademais, também é comum a diminuição da resistência ao esforço físico.

O hipotireoidismo pode também desencadear o aumento dos níveis do colesterol e, em casos mais graves, pode causar insuficiência cardíaca e infarto do miocárdio.

Em suma, além desses sintomas relacionados ao coração, a diminuição na produção dos hormônios da tireoide (hipotireoidismo) também pode causar:

  • Dificuldade para emagrecer
  • Desaceleração dos batimentos cardíacos
  • Alteração de humor, desânimo e até depressão
  • Memória comprometida
  • Distúrbio do sono
  • Pele seca
  • Menstruação irregular
  • Queda intensa de cabelo
  • Intolerância ao frio
  • Constipação intestinal
  • Inchaço de mãos, pernas e pálpebras
  • Cabelos finos e unhas quebradiças

Hipertireoidismo e coração: 

O hipertireoidismo é causado pelo excesso dos hormônios T3 e T4 na circulação. Por isso, os tecidos passam a consumir oxigênio mais rápido que o normal.

Sobretudo, se não for feito um tratamento adequado, o individuo pode apresentar alguns sintomas como taquicardia, fibrilação atrial, elevação da pressão arterial, insuficiência cardíaca, palpitação e AVC.

Dentre os principais sintomas do hipertireoidismo estão:

  • Batimentos cardíacos acelerados
  • Arritmia cardíaca
  • Ansiedade e irritação
  • Intolerância ao calor
  • Intestino solto
  • Emagrecimento inesperado ou dificuldade em ganhar peso
  • Sudorese e tremor nas mãos
  • Perda de apetite

É importante saber que, além dos fatores genéticos, a alimentação também tem influência direta sobre a tireoide.

Entre em contato pelo WhatsApp   www.bit.ly/contatoclinipop  e agende a sua consulta.

 

RT: Dr Remulo Orlando CRM 16811

Qual é a importância do autocuidado para a saúde mental?

O autocuidado e a saúde mental andam de mãos dadas. Sem um, o outro não pode existir. Quando um dos dois está em um estado precário, interfere diretamente no outro. Por exemplo, uma pessoa depressiva não tem vontade de cuidar de si mesma. A ausência de cuidados consigo mesmo também pode deteriorar a saúde mental e causar depressão e ansiedade. Isso acontece porque você não está se valorizando do modo como deveria, então é mais fácil adotar hábitos patológicos. Com o tempo, eles aumentam o seu mal-estar até que uma enfermidade psicológica surja.

Quando você compreende a importância do autocuidado, automaticamente passa a prestar atenção na sua saúde mental e a cuidar dela.

O que é autocuidado?

O autocuidado é a prática individual de cuidados consigo mesmo, envolvendo as várias esferas que compõem a existência humana. Saúde, família, vida profissional, vida amorosa, espiritualidade e vida social são algumas delas.

Ele é feito por meio de um conjunto de atitudes que trabalham o corpo e a mente em conjunto. O objetivo desta prática é preservar a saúde mental e, automaticamente, melhorar a vivência diária.

Modifique os seus hábitos, incorporando uma mentalidade de autocuidado em tudo o que você faz, pensa ou diz.

 1.    Autocuidado emocional

O autocuidado emocional é composto por uma série de ações que visam os cuidados com o humor e as emoções. Esses elementos são indicativos importantes de como anda a sua saúde mental. O excesso de emoções e humores negativos costuma ser um sinal de problema psicológico ou insatisfação com a vida.

Para isso: durma bem, acorde e levante da cama cedo, perdoe os seus erros e as falhas dos outros, desestresse, aja com coragem, cultive pensamentos positivos, ajude instituições de caridade e pessoas em situação de vulnerabilidade, seja cordial e agradável todos os dias.

2.    Autocuidado psicológico

O autocuidado psicológico é semelhante ao emocional, mas ainda possui distinções claras que o caracterizam como um elemento singular. Ele diz respeito ao seu grau de autoaceitação, inteligência emocional, satisfação de vida e crescimento pessoal, bem como a existência de um propósito de vida.

3.    Autocuidado físico

O autocuidado físico está relacionado à nossa saúde e disposição para executar tarefas no dia a dia. Uma mente alerta em um corpo cansado é incapaz de conquistar muita coisa, não é mesmo? A saúde da mente e do corpo estão interligadas, embora não pareça ser assim. Para que um esteja bem, o outro também precisa de atenção e cuidado.

 

 

RT: Dr Remulo Orlando CRM 16811

 

Menopausa e alimentação

Todas nós mulheres um dia enfrentaremos a tão temida Menopausa…. Por isso é importante pensar nela desde cedo, principalmente quando nos referimos a alimentação. O que comemos pode nos ajudar a ter uma menopausa mais tranquila, principalmente em relação aos seus sintomas tão inconvenientes.

As mulheres em sua maioria passam por regularidade menstrual a maior parte da vida reprodutiva. Após esse período inicia-se a irregularidade do ciclo menstrual que resultará na cessão permanente da menstruação e perda da função folicular ovariana, consequentemente perda da capacidade reprodutiva. Chamada Menopausa.

Na menopausa os sintomas geralmente são: ressecamento da pele, ressecamento vaginal, baixa libido, dores articulares, depressão, perda de memória, cansaço, infertilidade, perda de massa muscular e óssea, ondas de calor e retenção de líquidos.

O risco de doenças cardiovasculares aumenta nas mulheres após a menopausa. Juntamente com as alterações hormonais durante os 3 a 5 primeiros anos da menopausa, ocorrem também mudanças metabólicas como aumento dos níveis de LDL, triglicerídeos e colesterol total, as quais associadas a uma maior deposição de gordura abdominal predispõe a mulher a um maior ricos de desenvolver doenças cardiovasculares.

Os sintomas acontecem pela queda dos hormônios, mas com um estilo de vida saudável, atividade física, controle do estresse e uma alimentação adequada podemos reverter esses sintomas. Alguns alimentos são nossos aliados nesse momento:

– LINHAÇA: é a melhor fonte de uma substância parecida com o estrógeno, chamada de fito-hormônio (fitoestrógeno), e ômega 3, que ajuda a combater a secura de mucosas.

– LEITE E DERIVADOS: importantes nessa fase, pois são fontes de cálcio. Mas atenção as pessoas alérgicas ou intolerantes!!!

– GERGELIM: também é uma excelente fonte de cálcio e gorduras boas.

– LEGUMINOSAS: feijão, lentilha, ervilha, grão de bico.

– ABACATE, AZEITE DE OLIVA EXTRA VIRGEM E OLEAGINOSAS: são ricos em vitamina E que ajuda a melhorar a secura nas mucosas, diminui a irritabilidade e a depressão, pois ela age nos neurotransmissores.

– CÍTRICOS em geral (limão, laranja): são fontes de vitamina C, a qual ajuda a diminuir as ondas de calor.

VERDURAS VERDES ESCURAS: ricas em magnésio, nutriente que ajuda a relaxar, melhora a irritabilidade e também é fundamental para a absorção do cálcio.

– CARNES MAGRAS, OVOS: importantes fontes de proteínas, fundamentais para sustentação da pele.

– FIBRAS: podem ajudar não só no funcionamento intestinal, mas também no equilíbrio do organismo como um todo. Para o aproveitamento de todos os benefícios dos alimentos citados o intestino deve estar muito saudável!

– ÁGUA: a hidratação é de extrema importância.

Enquanto alguns alimentos nos ajudam nessa fase, outros podem atrapalhar:

– CHOCOLATE, CAFÉ: o excesso desses alimentos que são ricos em metilxantina podem piorar ainda mais o quadro hormonal.

– SAL, BEBIDAS ALCÓOLICAS, CONDIMENTOS, GENGIBRE, PIMENTA, INDUSTRIALIZADOS: podem piorar os fogachos (calores). O sal e as bebidas alcoólicas também aumentam a retenção de líquidos, sintoma muito comum nas mulheres, principalmente na menopausa.

– AÇÚCAR E FARINHA BRANCA: o seu excesso altera o humor, aumenta a irritabilidade e o acúmulo de gordura corporal.

O metabolismo muda com a idade e com a menopausa, mais ainda, com a queda do estrógeno há uma redução de mais ou menos 30% no metabolismo! Há um maior depósito de gordura abdominal. Portanto atividade física é parte do tratamento. Procurar um nutricionista para adequar suas necessidades nutricionais também! Uma alimentação rica em frutas, verduras e legumes; e ao mesmo tempo pobre em gorduras ruins e alimentos processados é o primeiro passo para amenizar os males dessa fase tão difícil para nós mulheres.

RT: Dr Remulo Orlando CRM 16811

Vale a pena colocar DIU?

A mulher que já considerou algum tipo de medida anticoncepcional em sua vida, já deve ter ouvido falar do DIU. Ele é a abreviação para o Dispositivo Intrauterino, e se trata do método contraceptivo mais eficiente atualmente.

Contudo, ele é pouco usado. Menos de 5% das mulheres brasileiras utilizam. Isto deve-se, grande parte, pelo desconhecimento e pelos vários mitos e verdades sobre ele. Assim, deixa muitas mulheres em dúvida!

Vale a pena colocar DIU? Abaixo vamos esclarecer algumas dúvidas sobre o DIU.

É possível engravidar com o DIU?

Sim. O método é extremamente eficaz. Contudo, como sabemos, nenhum método contraceptivo atual oferece 100% de proteção! Assim, quando ele é feito de cobre, seu risco de engravidar é de 0,8%, aproximadamente. Se ele for de hormônios, oferece risco de 0,2%.

Lembre-se: Ele não é considerado o mais seguro por nada! Ele não está sujeito a falhas ou esquecimentos, como no caso da pílula!

DIU aumenta o risco de contrair infecções?

Isto não é verdade. Isto vem do passado, onde realmente ele poderia aumentar o risco de doença pélvica. Contudo, isso não acontece mais hoje em dia! Dessa forma, se a mulher estiver saudável, o risco do surgimento de infecção é muito baixo.

Ele pode atrapalhar minhas relações sexuais?

Não. Nesse sentido, ele não atrapalha em nada e não oferece prejuízos ao prazer da mulher! Além disso, você pode retirar ele a qualquer momento!

Sua implantação é muito dolorida?

Em suma, podem existir alguns momentos de desconforto. Contudo, ele é um processo muito simples e indolor! E dependerá também de sua sensibilidade e suas expectativas quanto à realização do procedimento!

O DIU pode alterar meu fluxo menstrual?

Sim.  O DIU de cobre, por exemplo, aumenta a intensidade e duração do fluxo menstrual. Já o DIU com hormônio pode fazer o contrário: diminuir o fluxo, podendo até interromper o processo!

Por fim, procure sempre um ginecologista e descubra qual o melhor método para você.

Entre em contato pelo WhatsApp   www.bit.ly/contatoclinipop  e agende a sua consulta com o nosso Ginecologista.

 

RT: Dr Remulo Orlando CRM 16811

 

Como o AMOR influência na nossa SAÚDE?

Ah, o amor! Quando estamos apaixonados nosso corpo libera mais endorfinas, que é a mesma substância secretada quando fazemos exercícios. Graças a ela nos sentimos melhor e eliminamos tensões.
Apaixonar-se é uma das melhores sensações que existe. Sentir aquele famoso frio na barriga e um certo nervosismo ao ver a pessoa amada, compartilhar momentos agradáveis… Tudo isso é ótimo para a saúde emocional, física e mental.

Além da felicidade que o amor pode produzir em uma pessoa, médicos e cientistas demonstraram mediante vários experimentos que os apaixonados tendem a ficar doentes com menos frequência e têm uma recuperação mais rápida caso adoeçam.

O amor ajuda a manter o estado de felicidade e segurança emocional, traz um sentimento de importância mútua, além de produzir outros efeitos secundários positivos na saúde.

Alguns hormônios atuam predominantemente no corpo dos apaixonados e falaremos sobre cada um deles a seguir:

feniletilamina é conhecida como “hormônio da paixão” e está ligada a uma sensação de bem estar, felicidade, acolhimento e importância na vida do parceiro. Esse composto também nos proporciona a sensação de borboletas no estômago que acontece quando vemos ou pensamos na pessoa da qual gostamos.

O “hormônio da paixão” também está ligado à produção de estrogênio nas mulheres e testosterona nos homens, tornando-os mais atraentes um para o outro e mais disponíveis para o sexo. Na mulher esse efeito é visível na aparência dos cabelos, pele e unhas, enquanto que nos homens os traços de virilidade ficam em evidência.

Os estrogênios também são responsáveis pelo amadurecimento dos órgãos sexuais das meninas na puberdade, enquanto que a testosterona atua no corpo masculino.

Especialistas também descobriram um aumento da produção da melatonina nos apaixonados. Esse hormônio é responsável pela regulação do sono, consequentemente ajuda a reduzir o estresse e envelhecimento precoce, proporcionando vitalidade e plenitude.

noradrenalina, afeta o estado de ânimo e a atenção, nos faz sentir mais sensíveis e empáticos em relação à outra pessoa e também traz à tona o instinto de conservação e proteção e demonstração de sentimentos.

dopamina é um analgésico natural que evita doenças e reforça o sistema imune. Não é de se estranhar que durante as primeiras fases de namoro as pessoas fiquem menos ou nada doentes.

E por último, a endorfina que causa uma sensação de bem-estar geral. É o mesmo hormônio que é liberado quando fazemos exercícios e atividades das quais gostamos.

Os padrões são iguais no mundo todo, já que as paixões acontecem com qualquer pessoa, em qualquer lugar. O que muda é o contexto cultural a nível biológico e mental.

Outros Benefícios do Amor

  • Melhora a autoestima
  • Reduz a depressão e a ansiedade
  • Ajuda a dormir e descansar melhor
  • Aumenta a criatividade

Então ame, viva intensamente e cuide de quem você ama – O amor é o melhor remédio.

 

RT: Dr Remulo Orlando CRM 16811

Os alimentos e suas cores: quais os benefícios?

Você sabia que é possível identificar os principais benefícios de um ingrediente apenas por sua cor? Sim, os alimentos e suas cores podem dizer muito sobre a nossa alimentação!

Amarelo e laranja

Alimentos de cor amarela são uma grande fonte de vitamina C, fortalecendo a imunidade e prevenindo gripes e resfriados. Sua ação antioxidante pode ajudar até na produção de colágeno, que reduz o aparecimento dos sinais de envelhecimento.

Já os alaranjados são ricos em betacaroteno, que no nosso organismo se transforma em vitamina A. São ótimos especialmente para a visão, pele, cabelo e unhas.

 

Exemplos:

  • Abóbora
  • Cenoura
  • Laranja
  • Manga
  • Maracujá
  • Milho
  • Pêssego
  • Pimentão amarelo

Vermelho

Além de possuírem uma quantidade significativa de vitamina C, os alimentos na cor vermelha também ajudam na manutenção da saúde do coração e na redução das taxas de “mau colesterol” no sangue.

Se conciliados com outras frutas e verduras ricas em fibras, facilitam o funcionamento do intestino e dão aquela dose de energia necessária para realizar as tarefas do dia a dia.

Exemplos:

  • Goiaba
  • Melancia
  • Morango
  • Pimentão vermelho
  • Pimentas vermelhas
  • Tomate

Roxo

Os frutos e vegetais roxos retardam o envelhecimento das células, prevenindo diversas doenças, como glaucoma, catarata e até alzheimer. Sua tonalidade vem da antocianina, um poderoso antioxidante.

A longo prazo, uma dieta que inclui alimentos de cor roxa, principalmente aqueles com tonalidade mais forte, é benéfica até mesmo para o fortalecimento da memória e das competências motoras.

Exemplos:

  • Açaí
  • Ameixa
  • Berinjela
  • Beterraba
  • Jabuticaba
  • Repolho roxo
  • Uva

Verde

As fibras são um dos principais benefícios de colocar mais verde no prato. Elas reduzem a absorção de açúcares e gorduras no organismo, regulam o apetite e combatem a prisão de ventre.

Alimentos verdes são ainda compostos pela clorofila e pela luteína, excelentes ativos para desintoxicar o corpo e renovar as células. Não é à toa que as receitas detox fazem tanto sucesso!

 

Exemplos:

  • Abacate
  • Abobrinha
  • Alface
  • Brócolis
  • Chuchu
  • Couve
  • Espinafre
  • Limão
  • Repolho

Marrom

São muitos os benefícios dos cereais, leguminosas e oleaginosas marrons. Além de uma das maiores fontes de zinco, que atua principalmente na defesa do organismo, esses ingredientes são repletos de vitaminas, minerais e “gorduras boas”.

Também são conhecidos por prolongar a sensação de saciedade, regular o intestino e espantar a fadiga.

Exemplos:

  • Arroz integral
  • Aveia
  • Castanha-do-Pará
  • Feijão
  • Linhaça
  • Quinoa
  • Soja

Branco

A vantagem principal dos alimentos brancos é a concentração de cálcio e fósforo, compostos importantes para o fortalecimento (e manutenção) dos ossos, dentes e outras musculaturas do corpo.

Mas não para por aí! Por contar com carboidratos e vitaminas do complexo B, eles favorecem o organismo como um todo e apresentam até mesmo funções antialérgicas.

Exemplos:

  • Alho
  • Arroz
  • Banana
  • Cebola
  • Couve-flor
  • Leite
  • Palmito
  • Rabanete

Um prato colorido é a melhor forma de aproveitar todos os benefícios. Mais cor representa mais saúde!

 

RT: Dr Remulo Orlando CRM 16811

Glândula da borboleta: Tireoide e o seu funcionamento.

A tireoide é uma das glândulas mais importantes do nosso corpo. Localizada na parte anterior do pescoço, ela regula o funcionamento de vários órgãos do corpo humano, como o coração, o cérebro, os rins, o intestino e, no caso das mulheres, regula o ciclo menstrual. Os hormônios produzidos pela tireoide são o T3 (triiodotironina) e o T4 (tiroxina) e eles atuam em todo o nosso organismo.

Quando a essa glândula não funciona de maneira correta, pode liberar hormônios em quantidade insuficiente, causando o hipotireoidismo,  ou em excesso, ocasionando o hipertireoidismo. Nessas duas situações, o volume da tireoide pode aumentar. As doenças da tireoide são sete vezes mais frequentes em mulheres do que em homens, principalmente após os 50 anos. O diagnóstico das doenças é feito de maneira simples com o toque do pescoço, ultrassom da glândula e por exames laboratoriais que devem medir os níveis dos hormônios TSH, T4 e T3.

Conheça alguns sintomas característicos do aumento e da redução da produção de hormônios pela tireoide:

Hipertireoidismo: Ocorre quando há uma produção excessiva de hormônios. Nesse caso, tudo no nosso corpo começa a funcionar rápido demais: o coração dispara, o intestino solta, a pessoa fica agitada e com ansiedade, fala demais, gesticula muito, tem suor excessivo e perda de peso. Além disso, pacientes com hipertireoidismo dormem pouco, pois se sente com muita energia, mas também muito cansados.

Hipotireoidismo: Ocorre quando há uma redução na produção dos hormônios T3 e T4. Nesse caso tudo começa a funcionar mais lentamente no corpo: o coração bate mais devagar, o intestino prende e o crescimento pode ficar comprometido. Pode ocorrer também, diminuição da capacidade de memória, cansaço excessivo, dores musculares e articulares, sonolência, pele seca, ganho de peso, aumento nos níveis de colesterol no sangue e até depressão.

Caso apresente algum desses sintomas ou note alguma diferença no funcionamento de seu organismo, procure ajuda médica.

Entre em contato pelo WhatsApp   www.bit.ly/contatoclinipop  e agende a sua consulta.

 

RT: Dr Remulo Orlando CRM 16811

COVID-19: VACINAÇÃO

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) liberou o uso emergencial de duas vacinas contra a covid-19 no Brasil: a CoronaVac, produzida pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, e a vacina da Universidade de Oxford/AstraZeneca, que será produzida no Brasil pela Fiocruz.

O uso emergencial é uma aprovação que as agências regulatórias, como a Anvisa no Brasil e a FDA nos Estados Unidos, dão a determinados produtos em caráter provisório e por um tempo determinado.

As primeiras doses já foram aplicadas logo após a aprovação pela Anvisa. A primeira brasileira a receber a CoronaVac foi a enfermeira Mônica Calazans, de 54 anos, que trabalha no Instituto de Infectologia Emílio Ribas, em São Paulo.

EFICÁCIA

O Instituto Butantan divulgou dados mais detalhados acerca da CoronaVac, vacina contra a covid-19 desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o instituto brasileiro.

A eficácia global da vacina é de 50,38%, dentro do percentual aceito pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Isso significa que quem for vacinado terá uma probabilidade 50% menor de desenvolver a doença.

Outro dado importante diz respeito à proteção contra casos mais graves: entre os que adoecem, a vacina reduziu em 78% os casos que precisam de assistência médica.  Isso quer dizer que quem toma a vacina tem quase 80% menos risco de precisar de assistência médica do quem não recebe a vacina.

A vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford, no Reino Unido, e a farmacêutica AstraZeneca apresentou uma eficácia média de 70,4% .

 

PLANO DE VACINAÇÃO

O Ministério da Saúde lançou um plano nacional de imunização contra a covid-19 no final de dezembro de 2020.

Nesse documento, foram definidos os grupos prioritários e algumas etapas do processo. Em resumo, o esquema e o público-alvo foram definidos da seguinte forma:

  • Primeira fase: trabalhadores da área da saúde, indígenas, indivíduos com mais de 75 anos e pessoas com mais de 60 anos que vivem em asilos e hospitais;
  • Segunda fase: idosos de 60 a 74 anos;
  • Terceira fase: pessoas com comorbidades, como diabetes, hipertensão grave, doença pulmonar obstrutiva crônica, doença renal, doenças cardiovasculares e cerebrovasculares, indivíduos transplantados, com anemia falciforme, câncer, obesidade grau III ou deficiência permanente severa;
  • Quarta fase: trabalhadores da educação, população em situação de rua, membros das forças de segurança e salvamento, trabalhadores do transporte coletivo e transportadores rodoviários de carga, funcionários do sistema prisional e população carcerária.