Menopausa e alimentação


Menopausa e alimentação

Todas nós mulheres um dia enfrentaremos a tão temida Menopausa…. Por isso é importante pensar nela desde cedo, principalmente quando nos referimos a alimentação. O que comemos pode nos ajudar a ter uma menopausa mais tranquila, principalmente em relação aos seus sintomas tão inconvenientes.

As mulheres em sua maioria passam por regularidade menstrual a maior parte da vida reprodutiva. Após esse período inicia-se a irregularidade do ciclo menstrual que resultará na cessão permanente da menstruação e perda da função folicular ovariana, consequentemente perda da capacidade reprodutiva. Chamada Menopausa.

Na menopausa os sintomas geralmente são: ressecamento da pele, ressecamento vaginal, baixa libido, dores articulares, depressão, perda de memória, cansaço, infertilidade, perda de massa muscular e óssea, ondas de calor e retenção de líquidos.

O risco de doenças cardiovasculares aumenta nas mulheres após a menopausa. Juntamente com as alterações hormonais durante os 3 a 5 primeiros anos da menopausa, ocorrem também mudanças metabólicas como aumento dos níveis de LDL, triglicerídeos e colesterol total, as quais associadas a uma maior deposição de gordura abdominal predispõe a mulher a um maior ricos de desenvolver doenças cardiovasculares.

Os sintomas acontecem pela queda dos hormônios, mas com um estilo de vida saudável, atividade física, controle do estresse e uma alimentação adequada podemos reverter esses sintomas. Alguns alimentos são nossos aliados nesse momento:

– LINHAÇA: é a melhor fonte de uma substância parecida com o estrógeno, chamada de fito-hormônio (fitoestrógeno), e ômega 3, que ajuda a combater a secura de mucosas.

– LEITE E DERIVADOS: importantes nessa fase, pois são fontes de cálcio. Mas atenção as pessoas alérgicas ou intolerantes!!!

– GERGELIM: também é uma excelente fonte de cálcio e gorduras boas.

– LEGUMINOSAS: feijão, lentilha, ervilha, grão de bico.

– ABACATE, AZEITE DE OLIVA EXTRA VIRGEM E OLEAGINOSAS: são ricos em vitamina E que ajuda a melhorar a secura nas mucosas, diminui a irritabilidade e a depressão, pois ela age nos neurotransmissores.

– CÍTRICOS em geral (limão, laranja): são fontes de vitamina C, a qual ajuda a diminuir as ondas de calor.

VERDURAS VERDES ESCURAS: ricas em magnésio, nutriente que ajuda a relaxar, melhora a irritabilidade e também é fundamental para a absorção do cálcio.

– CARNES MAGRAS, OVOS: importantes fontes de proteínas, fundamentais para sustentação da pele.

– FIBRAS: podem ajudar não só no funcionamento intestinal, mas também no equilíbrio do organismo como um todo. Para o aproveitamento de todos os benefícios dos alimentos citados o intestino deve estar muito saudável!

– ÁGUA: a hidratação é de extrema importância.

Enquanto alguns alimentos nos ajudam nessa fase, outros podem atrapalhar:

– CHOCOLATE, CAFÉ: o excesso desses alimentos que são ricos em metilxantina podem piorar ainda mais o quadro hormonal.

– SAL, BEBIDAS ALCÓOLICAS, CONDIMENTOS, GENGIBRE, PIMENTA, INDUSTRIALIZADOS: podem piorar os fogachos (calores). O sal e as bebidas alcoólicas também aumentam a retenção de líquidos, sintoma muito comum nas mulheres, principalmente na menopausa.

– AÇÚCAR E FARINHA BRANCA: o seu excesso altera o humor, aumenta a irritabilidade e o acúmulo de gordura corporal.

O metabolismo muda com a idade e com a menopausa, mais ainda, com a queda do estrógeno há uma redução de mais ou menos 30% no metabolismo! Há um maior depósito de gordura abdominal. Portanto atividade física é parte do tratamento. Procurar um nutricionista para adequar suas necessidades nutricionais também! Uma alimentação rica em frutas, verduras e legumes; e ao mesmo tempo pobre em gorduras ruins e alimentos processados é o primeiro passo para amenizar os males dessa fase tão difícil para nós mulheres.

Vale a pena colocar DIU?

A mulher que já considerou algum tipo de medida anticoncepcional em sua vida, já deve ter ouvido falar do DIU. Ele é a abreviação para o Dispositivo Intrauterino, e se trata do método contraceptivo mais eficiente atualmente.

Contudo, ele é pouco usado. Menos de 5% das mulheres brasileiras utilizam. Isto deve-se, grande parte, pelo desconhecimento e pelos vários mitos e verdades sobre ele. Assim, deixa muitas mulheres em dúvida!

Vale a pena colocar DIU? Abaixo vamos esclarecer algumas dúvidas sobre o DIU.

É possível engravidar com o DIU?

Sim. O método é extremamente eficaz. Contudo, como sabemos, nenhum método contraceptivo atual oferece 100% de proteção! Assim, quando ele é feito de cobre, seu risco de engravidar é de 0,8%, aproximadamente. Se ele for de hormônios, oferece risco de 0,2%.

Lembre-se: Ele não é considerado o mais seguro por nada! Ele não está sujeito a falhas ou esquecimentos, como no caso da pílula!

DIU aumenta o risco de contrair infecções?

Isto não é verdade. Isto vem do passado, onde realmente ele poderia aumentar o risco de doença pélvica. Contudo, isso não acontece mais hoje em dia! Dessa forma, se a mulher estiver saudável, o risco do surgimento de infecção é muito baixo.

Ele pode atrapalhar minhas relações sexuais?

Não. Nesse sentido, ele não atrapalha em nada e não oferece prejuízos ao prazer da mulher! Além disso, você pode retirar ele a qualquer momento!

Sua implantação é muito dolorida?

Em suma, podem existir alguns momentos de desconforto. Contudo, ele é um processo muito simples e indolor! E dependerá também de sua sensibilidade e suas expectativas quanto à realização do procedimento!

O DIU pode alterar meu fluxo menstrual?

Sim.  O DIU de cobre, por exemplo, aumenta a intensidade e duração do fluxo menstrual. Já o DIU com hormônio pode fazer o contrário: diminuir o fluxo, podendo até interromper o processo!

Por fim, procure sempre um ginecologista e descubra qual o melhor método para você.

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Como o AMOR influência na nossa SAÚDE?

Ah, o amor! Quando estamos apaixonados nosso corpo libera mais endorfinas, que é a mesma substância secretada quando fazemos exercícios. Graças a ela nos sentimos melhor e eliminamos tensões.
Apaixonar-se é uma das melhores sensações que existe. Sentir aquele famoso frio na barriga e um certo nervosismo ao ver a pessoa amada, compartilhar momentos agradáveis… Tudo isso é ótimo para a saúde emocional, física e mental.

Além da felicidade que o amor pode produzir em uma pessoa, médicos e cientistas demonstraram mediante vários experimentos que os apaixonados tendem a ficar doentes com menos frequência e têm uma recuperação mais rápida caso adoeçam.

O amor ajuda a manter o estado de felicidade e segurança emocional, traz um sentimento de importância mútua, além de produzir outros efeitos secundários positivos na saúde.

Alguns hormônios atuam predominantemente no corpo dos apaixonados e falaremos sobre cada um deles a seguir:

feniletilamina é conhecida como “hormônio da paixão” e está ligada a uma sensação de bem estar, felicidade, acolhimento e importância na vida do parceiro. Esse composto também nos proporciona a sensação de borboletas no estômago que acontece quando vemos ou pensamos na pessoa da qual gostamos.

O “hormônio da paixão” também está ligado à produção de estrogênio nas mulheres e testosterona nos homens, tornando-os mais atraentes um para o outro e mais disponíveis para o sexo. Na mulher esse efeito é visível na aparência dos cabelos, pele e unhas, enquanto que nos homens os traços de virilidade ficam em evidência.

Os estrogênios também são responsáveis pelo amadurecimento dos órgãos sexuais das meninas na puberdade, enquanto que a testosterona atua no corpo masculino.

Especialistas também descobriram um aumento da produção da melatonina nos apaixonados. Esse hormônio é responsável pela regulação do sono, consequentemente ajuda a reduzir o estresse e envelhecimento precoce, proporcionando vitalidade e plenitude.

noradrenalina, afeta o estado de ânimo e a atenção, nos faz sentir mais sensíveis e empáticos em relação à outra pessoa e também traz à tona o instinto de conservação e proteção e demonstração de sentimentos.

dopamina é um analgésico natural que evita doenças e reforça o sistema imune. Não é de se estranhar que durante as primeiras fases de namoro as pessoas fiquem menos ou nada doentes.

E por último, a endorfina que causa uma sensação de bem-estar geral. É o mesmo hormônio que é liberado quando fazemos exercícios e atividades das quais gostamos.

Os padrões são iguais no mundo todo, já que as paixões acontecem com qualquer pessoa, em qualquer lugar. O que muda é o contexto cultural a nível biológico e mental.

Outros Benefícios do Amor

  • Melhora a autoestima
  • Reduz a depressão e a ansiedade
  • Ajuda a dormir e descansar melhor
  • Aumenta a criatividade

Então ame, viva intensamente e cuide de quem você ama – O amor é o melhor remédio.

Os alimentos e suas cores: quais os benefícios?

Você sabia que é possível identificar os principais benefícios de um ingrediente apenas por sua cor? Sim, os alimentos e suas cores podem dizer muito sobre a nossa alimentação!

Amarelo e laranja

Alimentos de cor amarela são uma grande fonte de vitamina C, fortalecendo a imunidade e prevenindo gripes e resfriados. Sua ação antioxidante pode ajudar até na produção de colágeno, que reduz o aparecimento dos sinais de envelhecimento.

Já os alaranjados são ricos em betacaroteno, que no nosso organismo se transforma em vitamina A. São ótimos especialmente para a visão, pele, cabelo e unhas.

 

Exemplos:

  • Abóbora
  • Cenoura
  • Laranja
  • Manga
  • Maracujá
  • Milho
  • Pêssego
  • Pimentão amarelo

Vermelho

Além de possuírem uma quantidade significativa de vitamina C, os alimentos na cor vermelha também ajudam na manutenção da saúde do coração e na redução das taxas de “mau colesterol” no sangue.

Se conciliados com outras frutas e verduras ricas em fibras, facilitam o funcionamento do intestino e dão aquela dose de energia necessária para realizar as tarefas do dia a dia.

Exemplos:

  • Goiaba
  • Melancia
  • Morango
  • Pimentão vermelho
  • Pimentas vermelhas
  • Tomate

Roxo

Os frutos e vegetais roxos retardam o envelhecimento das células, prevenindo diversas doenças, como glaucoma, catarata e até alzheimer. Sua tonalidade vem da antocianina, um poderoso antioxidante.

A longo prazo, uma dieta que inclui alimentos de cor roxa, principalmente aqueles com tonalidade mais forte, é benéfica até mesmo para o fortalecimento da memória e das competências motoras.

Exemplos:

  • Açaí
  • Ameixa
  • Berinjela
  • Beterraba
  • Jabuticaba
  • Repolho roxo
  • Uva

Verde

As fibras são um dos principais benefícios de colocar mais verde no prato. Elas reduzem a absorção de açúcares e gorduras no organismo, regulam o apetite e combatem a prisão de ventre.

Alimentos verdes são ainda compostos pela clorofila e pela luteína, excelentes ativos para desintoxicar o corpo e renovar as células. Não é à toa que as receitas detox fazem tanto sucesso!

 

Exemplos:

  • Abacate
  • Abobrinha
  • Alface
  • Brócolis
  • Chuchu
  • Couve
  • Espinafre
  • Limão
  • Repolho

Marrom

São muitos os benefícios dos cereais, leguminosas e oleaginosas marrons. Além de uma das maiores fontes de zinco, que atua principalmente na defesa do organismo, esses ingredientes são repletos de vitaminas, minerais e “gorduras boas”.

Também são conhecidos por prolongar a sensação de saciedade, regular o intestino e espantar a fadiga.

Exemplos:

  • Arroz integral
  • Aveia
  • Castanha-do-Pará
  • Feijão
  • Linhaça
  • Quinoa
  • Soja

Branco

A vantagem principal dos alimentos brancos é a concentração de cálcio e fósforo, compostos importantes para o fortalecimento (e manutenção) dos ossos, dentes e outras musculaturas do corpo.

Mas não para por aí! Por contar com carboidratos e vitaminas do complexo B, eles favorecem o organismo como um todo e apresentam até mesmo funções antialérgicas.

Exemplos:

  • Alho
  • Arroz
  • Banana
  • Cebola
  • Couve-flor
  • Leite
  • Palmito
  • Rabanete

Um prato colorido é a melhor forma de aproveitar todos os benefícios. Mais cor representa mais saúde!

 

Glândula da borboleta: Tireoide e o seu funcionamento.

A tireoide é uma das glândulas mais importantes do nosso corpo. Localizada na parte anterior do pescoço, ela regula o funcionamento de vários órgãos do corpo humano, como o coração, o cérebro, os rins, o intestino e, no caso das mulheres, regula o ciclo menstrual. Os hormônios produzidos pela tireoide são o T3 (triiodotironina) e o T4 (tiroxina) e eles atuam em todo o nosso organismo.

Quando a essa glândula não funciona de maneira correta, pode liberar hormônios em quantidade insuficiente, causando o hipotireoidismo,  ou em excesso, ocasionando o hipertireoidismo. Nessas duas situações, o volume da tireoide pode aumentar. As doenças da tireoide são sete vezes mais frequentes em mulheres do que em homens, principalmente após os 50 anos. O diagnóstico das doenças é feito de maneira simples com o toque do pescoço, ultrassom da glândula e por exames laboratoriais que devem medir os níveis dos hormônios TSH, T4 e T3.

Conheça alguns sintomas característicos do aumento e da redução da produção de hormônios pela tireoide:

Hipertireoidismo: Ocorre quando há uma produção excessiva de hormônios. Nesse caso, tudo no nosso corpo começa a funcionar rápido demais: o coração dispara, o intestino solta, a pessoa fica agitada e com ansiedade, fala demais, gesticula muito, tem suor excessivo e perda de peso. Além disso, pacientes com hipertireoidismo dormem pouco, pois se sente com muita energia, mas também muito cansados.

Hipotireoidismo: Ocorre quando há uma redução na produção dos hormônios T3 e T4. Nesse caso tudo começa a funcionar mais lentamente no corpo: o coração bate mais devagar, o intestino prende e o crescimento pode ficar comprometido. Pode ocorrer também, diminuição da capacidade de memória, cansaço excessivo, dores musculares e articulares, sonolência, pele seca, ganho de peso, aumento nos níveis de colesterol no sangue e até depressão.

Caso apresente algum desses sintomas ou note alguma diferença no funcionamento de seu organismo, procure ajuda médica.

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COVID-19: VACINAÇÃO

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) liberou o uso emergencial de duas vacinas contra a covid-19 no Brasil: a CoronaVac, produzida pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, e a vacina da Universidade de Oxford/AstraZeneca, que será produzida no Brasil pela Fiocruz.

O uso emergencial é uma aprovação que as agências regulatórias, como a Anvisa no Brasil e a FDA nos Estados Unidos, dão a determinados produtos em caráter provisório e por um tempo determinado.

As primeiras doses já foram aplicadas logo após a aprovação pela Anvisa. A primeira brasileira a receber a CoronaVac foi a enfermeira Mônica Calazans, de 54 anos, que trabalha no Instituto de Infectologia Emílio Ribas, em São Paulo.

EFICÁCIA

O Instituto Butantan divulgou dados mais detalhados acerca da CoronaVac, vacina contra a covid-19 desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o instituto brasileiro.

A eficácia global da vacina é de 50,38%, dentro do percentual aceito pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Isso significa que quem for vacinado terá uma probabilidade 50% menor de desenvolver a doença.

Outro dado importante diz respeito à proteção contra casos mais graves: entre os que adoecem, a vacina reduziu em 78% os casos que precisam de assistência médica.  Isso quer dizer que quem toma a vacina tem quase 80% menos risco de precisar de assistência médica do quem não recebe a vacina.

A vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford, no Reino Unido, e a farmacêutica AstraZeneca apresentou uma eficácia média de 70,4% .

 

PLANO DE VACINAÇÃO

O Ministério da Saúde lançou um plano nacional de imunização contra a covid-19 no final de dezembro de 2020.

Nesse documento, foram definidos os grupos prioritários e algumas etapas do processo. Em resumo, o esquema e o público-alvo foram definidos da seguinte forma:

  • Primeira fase: trabalhadores da área da saúde, indígenas, indivíduos com mais de 75 anos e pessoas com mais de 60 anos que vivem em asilos e hospitais;
  • Segunda fase: idosos de 60 a 74 anos;
  • Terceira fase: pessoas com comorbidades, como diabetes, hipertensão grave, doença pulmonar obstrutiva crônica, doença renal, doenças cardiovasculares e cerebrovasculares, indivíduos transplantados, com anemia falciforme, câncer, obesidade grau III ou deficiência permanente severa;
  • Quarta fase: trabalhadores da educação, população em situação de rua, membros das forças de segurança e salvamento, trabalhadores do transporte coletivo e transportadores rodoviários de carga, funcionários do sistema prisional e população carcerária.

 

 

Otite

A otite, mais conhecida como dor de ouvido,  pode acometer uma ou as duas orelhas e  é um sintoma bastante frequente na população, mas costuma atingir mais as crianças. Pode ser causada por uma infecção por fungos, vírus ou bactérias, por lesões ou ainda ser reflexo de problemas em outras regiões, como inflamação na garganta.

A dor de ouvido também pode ser causada peloacúmulo de cerume (cera). O cerume é produzido nos dois terços externos do conduto auditivo. O terço interno, junto à membrana do tímpano, fica praticamente livre dele, providência da natureza para impedir que a cera ficasse impactada contra a membrana, interferindo com sua capacidade de vibrar e transmitir as ondas sonoras para o interior do ouvido.

Quando esse mecanismo de autolimpeza funciona mal, o cerume pode se acumular, endurecer e bloquear o canal, parcial ou totalmente.

Os principais sintomas são:

  • Dor, que pode ser muito intensa;
  • Prurido (coceira);
  • Sensação de corpo estranho;
  • Zumbido;
  • Perda de acuidade auditiva;
  • Secreção purulenta; e
  • Em caso de infecção, febre e perda de apetite.

Recomendações:

  • Evite introduzir objetos ou qualquer substância no canal auditivo sem prescrição médica, pois eles podem causar lesões e danos no ouvido.
  • Em caso de gripe ou resfriado, limpe as secreções com frequência para evitar o acúmulo nas vias aéreas;
  • Procure atendimento médico sempre que estiver com dor de ouvido. O diagnóstico precoce é a única forma de prevenir complicações;
  • Não amamente nem dê mamadeira para seu bebê com ele deitado. Essa posição favorece a entrada de líquidos na tuba auditiva;
  • Evite deixar entrar água no canal auditivo e seque bem a orelha com uma toalha ao sair do banho;
  • Não introduza nenhum objeto no canal auditivo, nem mesmo hastes flexíveis, que só devem ser usadas para limpar a orelha externa;
  • Procure um Otorrinolaringologista regularmente.

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Arritmia

Arritmia ou palpitação é um distúrbio do ritmo cardíaco, que provoca a sensação de que o coração deixou de dar uma batida. Na maioria das vezes, se ocorre ocasionalmente, esse fato não tem consequências. Em alguns casos, porém, pode ser sinal de um problema mais grave. O ritmo das batidas de um coração normal descansado é de 60 a 100 por minuto.

 

No entanto, às vezes a arritmia se instala por um período maior de tempo. O coração pode bater muito lento (bradicardia), ou muito rápido (taquicardia).

Na maioria dos casos, as arritmias são breves, desaparecem espontaneamente e não representam risco para a saúde. No entanto, se o ritmo cardíaco acelerado tornar-se constante, pode conduzir à falência cardíaca congestiva. Arritmias graves, muitas vezes, ocorrem por causa de infartos do miocárdio.

 

Um tipo de arritmia cardíaca grave, com risco de vida, é a chamada “fibrilação”, que ocorre quando os átrios ou os ventrículos se contraem de forma irregular, descoordenada. Pessoas com aterosclerose estão particularmente sujeitas a essa anomalia, que vem acompanhada de dor no peito nos casos de infarto.

FATORES DE RISCO PARA ARRITMIAS

Cafeína, fumo, álcool e outras drogas estimulantes (legais ou ilícitas) podem desencadear batimentos extras tanto nos átrios quanto nos ventrículos. Histórico de infarto também aumenta o risco.

Usualmente as arritmias desaparecem assim que a pessoa afasta os fatores desencadeantes. Todavia, se os batimentos extras forem rápidos ou muito lentos e vierem acompanhados de tontura e falta de ar, o quadro merece atenção porque pode indicar doenças cardíacas.

 

Qualquer sinal de arritmia, entre em contato pelo WhatsApp   www.bit.ly/contatoclinipop  e agende a sua consulta com o nosso Cardiologista.

 

 

O que é ASMA?

A asma é uma doença crônica que afeta até 20% da população. Logo, é um problema muito frequente.

Asma é o estreitamento dos brônquios que dificulta a passagem do ar provocando contrações ou broncoespasmos. As crises comprometem a respiração, tornando-a difícil.

Quando os bronquíolos inflamam, segregam mais muco o que aumenta o problema respiratório. Na asma, expirar é mais difícil do que inspirar, uma vez que o ar viciado permanece nos pulmões provocando sensação de sufoco. É uma inflamação crônica dos pulmões que tem vários fatores desencadeantes, tais como alergia, ar frio, infecções, refluxo gastroesofágico e até eventos emocionais.

A asma propriamente dita pode iniciar em qualquer idade mas é bem mais comum que dê as caras ainda na infância. A doença pode até entrar no que chamamos de remissão, quando cessam as crises. Não se engane, porém: o processo inflamatório permanece lá nos brônquios e um dia pode se manifestar novamente.

 

No período de crise, o paciente com asma apresenta uma sensação de falta de ar devido à dificuldade de expelir o ar para fora dos pulmões. Tosse, opressão no peito e chiados se somam à falta de ar como os principais sintomas.

Classificamos o grau da asma em leve, moderada e grave, de acordo com a presença e a intensidade dos sintomas apontados, tanto de dia como de noite, e com base na necessidade de medicamentos para controlar as crises.

Menos de 5% dos asmáticos convivem com a asma grave, cujo controle depende de vários medicamentos. Inclusive hoje temos uma série de novos fármacos, chamados de biológicos, que têm apresentado resultados excelentes na contenção dos sintomas e das crises. Além da medicação, recomendo a reabilitação pulmonar num programa multiprofissional.

A asma não tem cura mas tem tratamento. E quem tem asma pode e deve levar uma vida normal, seguindo as orientações do seu médico.

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Refluxo gastroesofágico, entenda o que é

O refluxo se caracteriza pelo retorno do conteúdo do estômago, onde o alimento é digerido, para o esôfago, que é um tubo que conduz o alimento da garganta até estômago. Mais especificamente, o ácido estomacal fazem o caminho de volta pela garganta, podendo chegar até a boca.

O refluxo pode ocorrer de forma natural em bebês porque o seu sistema digestivo ainda não está totalmente desenvolvido. Porém, esse quadro se amenize com o passar do tempo e desaparece durante a infância ou adolescência. Este quadro pode depois retornar na vida adulta de forma esporádica ou ainda aparecer somente em adultos.

O problema acontece porque o esôfago não tem a mesma proteção que o estômago, sendo assim, os ácidos que atuam na digestão dentro do estômago agridem a camada mais interna do esôfago, daí surgem os sintomas desagradáveis como azia e a queimação.

 

Nos casos recorrentes de refluxo gastroesofágico esse problema pode estar relacionado ao mau funcionamento de um músculo que funciona como porta de entrada do estômago, chamado esfíncter esofageano inferior (EEI). Este esfíncter funciona como uma válvula que precisa se abrir para os alimentos passarem e fechar logo em seguida. Quando não funciona direito, permite que os alimentos retornem do estômago para o esôfago.

Pessoas obesas também podem desenvolver o refluxo gastroesofágico, porque o excesso de gordura abdominal aumenta a pressão no abdômen, pressiona o estômago e faz com que o refluxo aconteça. O mesmo ocorre com mulheres grávidas, que sofrem essa pressão em função do aumento de volume do útero. E também em outras situações de aumento da pressão intrabdominal como hiperplasia benigna da próstata e desenvolvimento de ascite.

 

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