Diabetes tipo 1


Diabetes tipo 1

A diabetes tipo 1 é um tipo de diabetes na qual o pâncreas não produz insulina, fazendo com que o organismo não seja capaz de utilizar o açúcar no sangue para produzir energia, gerando sintomas como boca seca, sede constante e vontade de urinar frequentemente.

A diabetes do tipo 1 está normalmente relacionada com fatores genéticos e autoimunes, em que acontece o ataque das células do próprio corpo às células do pâncreas responsáveis pela produção de insulina. Assim, não há produção de insulina suficiente para fazer com que a glicose entre nas células, permanecendo na corrente sanguínea.

Os sintomas da diabetes 1 surgem quando o funcionamento do pâncreas já está bastante prejudicado, surgindo sintomas relacionados com o aumento da quantidade de glicose circulante no sangue, sendo os principais:

  • Sensação de sede constante;
  • Vontade frequente para urinar;
  • Cansaço excessivo;
  • Aumento do apetite;
  • Perda ou dificuldade de ganhar peso;
  • Dor abdominal e vômitos;
  • Visão embaçada.

No caso da criança com diabetes tipo 1, além destes sintomas, ela também pode voltar a fazer xixi na cama durante a noite ou apresentar infecções recorrentes da região íntima.

 

A principal diferença entre as diabetes tipo 1 e 2 é a causa: enquanto que a diabetes do tipo 1 acontece devido a fatores genéticos, a diabetes do tipo 2 está relacionada com a interação entre o estilo de vida e fatores hereditários, surgindo em pessoas que possuem alimentação inadequada, obesas e que não realizam atividade física.

O diagnóstico da diabetes é feito por meio de exame de sangue que mede o nível de açúcar no sangue, podendo ser solicitado pelo médico a avaliação em jejum ou após a refeição, por exemplo. Normalmente o diagnóstico da diabetes do tipo 1 é feito quando a pessoa começa a apresentar sintomas da doença e como está relacionada com alterações imunológicas, pode ser feito exame de sangue para detectar a presença de auto-anticorpos circulantes.

 

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Novembro Azul: tire suas dúvidas sobre o Câncer de Próstata.

O Novembro Azul é uma campanha de conscientização realizada por diversas entidades no mês de novembro dirigida à sociedade e, em especial, aos homens, para conscientização a respeito de doenças masculinas, com ênfase na prevenção e no diagnóstico precoce do câncer.

No Brasil, o câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens, atrás apenas do câncer de pele não-melanoma. A próstata é uma glândula que só o homem possui e que se localiza na parte baixa do abdômen. Ela é um órgão pequeno, tem a forma de maçã e se situa logo abaixo da bexiga e à frente do reto.

Mais do que qualquer outro tipo, é considerado um câncer da terceira idade, já que cerca de 75% dos casos no mundo ocorrem a partir dos 65 anos. O aumento observado nas taxas de incidência no Brasil pode ser parcialmente justificado pela evolução dos exames, pela melhoria na qualidade dos sistemas de informação do país e pelo aumento na expectativa de vida.

O que aumenta o risco?

  • A idade é um fator de risco importante, uma vez que tanto a incidência quanto a mortalidade aumentam significativamente após os 50 anos.
  • Pai ou irmão com câncer de próstata antes dos 60 anos, podendo refletir tanto fatores genéticos (hereditários) quanto hábitos alimentares ou estilo de vida de risco de algumas famílias.
  • Excesso de gordura corporal aumenta o risco de câncer de próstata avançado.

Quais são os sintomas?

Em sua fase inicial, o câncer da próstata tem evolução silenciosa. Muitos pacientes não apresentam nenhum sintoma ou, quando apresentam, são semelhantes aos do crescimento benigno da próstata (dificuldade de urinar, necessidade de urinar mais vezes durante o dia ou à noite). Na fase avançada, pode provocar dor óssea, sintomas urinários ou, quando mais grave, infecção generalizada ou insuficiência renal.

 

A detecção precoce do câncer é uma estratégia para encontrar o tumor em fase inicial e, assim, possibilitar melhor chance de tratamento, por isso, a importância da realização do Check Up Urológico anual.

A detecção pode ser feita por meio da investigação, com exames clínicos, laboratoriais ou radiológicos, de pessoas com sinais e sintomas sugestivos da doença (diagnóstico precoce), ou com o uso de exames periódicos em pessoas sem sinais ou sintomas (rastreamento), mas pertencentes a grupos com maior chance de ter a doença.

 

Não tenha vergonha, cuidar da saúde também é coisa de HOMEM!
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Alimentação Infantil

São muitos os fatores que levam a criança a se desenvolver de forma integral e a alimentação é um deles. Para isso, é necessário que ela tenha oportunidade de receber uma alimentação variada, nutritiva e saudável. Alimentos industrializados devem ser evitados a todo custo.

Quando o assunto é alimentação saudável para as crianças, muitas são as dificuldades alegadas pelas famílias contemporâneas. A falta de tempo e até de intimidade com a cozinha e o universo nutricional são as principais queixas, até porque a correta nutrição infantil requer tempo, atenção, paciência, persistência e criatividade.

De forma geral, a alimentação das crianças deve ser, variada, colorida, saborosa, segura, que contenha todos os nutrientes essenciais para promover uma adequada qualidade de vida.

Os pais devem incentivar o consumo dos alimentos rejeitados e mostrar a importância para manutenção da saúde aos pequenos. E devemos lembrar, os adultos são exemplos para as crianças. Uma má alimentação, além de causar prejuízos imediatos como atraso no desenvolvimento e/ou falta de nutrientes, pode deixar sequelas para vida adulta, como obesidade, diabetes, hipertensão entre outras doenças crônicas.

Os pais devem se preocupar diariamente em dar o exemplo para seus filhos, em todos os âmbitos. Considerando que a alimentação também é um aspecto do comportamento que deve ser formado, não se deve subestimar o poder do exemplo. A criança observa desde muito cedo todas as atitudes dos pais e daqueles com quem convive mais de perto, e tende a imitá-las.

Por falta de tempo, muitos pais cedem às facilidades do mundo contemporâneo e expõem seus filhos, cada vez mais cedo, aos enlatados, congelados e ao fast-food. Reinam os sucos de pozinho, salgadinhos, biscoitos recheados e refrigerantes, alimentos ricos em açúcar, sódio, aromatizantes e corantes, que predispõem as crianças ao desenvolvimento de alergias alimentares, obesidade e severos distúrbios de digestão e até de compulsão alimentar.

Alimentação saudável é qualidade de vida, cuide da alimentação dos seus pequenos.

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Menopausa

A menopausa é um evento fisiológico e normal da vida mulher que ocorre por volta dos 50 anos de idade e é caracterizada pela suspensão definitiva da menstruação. Isso significa que ela esgotou seu estoque de óvulos, que foram liberados desde a puberdade, mês a mês, ao longo de 30, 35 anos.

A partir deste momento, os ovários param de produzir os hormônios do ciclo menstrual, estrogênio e progesterona, época da vida denominada de climatério.

Os sintomas que marcam a entrada no climatério são semelhantes aos de uma TPM, só que acentuada e prolongada. Na TPM, a sensação de inchaço no corpo e mamas, as dores fortes de cabeça ou enxaquecas, as alterações de humor (nervosismo, irritação, tristeza profunda e mesmo depressão) podem manifestar-se ao longo de até quinze dias antes da menstruação. Do meio para o fim do climatério são comuns, ainda, a irregularidade nos ciclos e a variação do fluxo menstrual.

Quais os tratamentos para a paciente?

O tratamento para mulheres na menopausa que podem ajudar na melhora dos sintomas podem ser divididos em medicamentosos e comportamentais. As pacientes se beneficiam bastante de mudança no estilo de vida como alimentação saudável, pratica regular de exercícios físicos ou início de determinado tipo de hobby, diminuição de peso, cessação de tabagismo ou abuso de álcool.

O tratamento medicamentoso depende muito dos sintomas que a paciente relata, porém ele pode ser realizado com auxílio de reposição hormonal, antidepressivos, fitoterápicos e cremes vaginais, tanto hormonais quanto lubrificantes, que diminuem o ressecamento local.

Recomendações

  • Não considere que depois da menopausa a mulher está dispensada do acompanhamento ginecológico que deve continuar sendo feito com regularidade;
  • Cuide da alimentação e evite ganhar peso;
  • Evite a ingestão de álcool e não fume;
  • Encontre tempo para a prática diária de atividade física, além de ser importante para o bem estar físico, ela é fundamental para o controle da pressão arterial, prevenir a osteoporose e doenças cardiovasculares e atenuar as alterações do humor.

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Exames cardiológico e suas funções.

 

O coração é um dos órgãos mais sensíveis do corpo humano, o que justifica a existência de diferentes tipos de exames cardiológicos. Eles servem tanto para a prevenção quanto para o acompanhamento de doenças cardíacas, afinal, a principal causa de morte no mundo são as doenças cardiovasculares. A função de bombear e distribuir sangue e nutrientes por todo o organismo requer o mais perfeito funcionamento dos vasos e do coração, sendo que qualquer alteração representa um risco.

Arritmias, hipertrofias, placas de gordura, pressão elevada. Tudo isso contribui para o mau funcionamento cardiovascular e, consequentemente, coloca em risco a vida do indivíduo. Por esse motivo, é tão importante detectar alterações para intervir em prol de melhorias.

Entre as patologias, as mais comuns são as seguintes:

  • Arritmias: alterações nos batimentos cardíacos;
  • Cardiomiopatias: dificuldade no fornecimento de sangue ao corpo pelo coração;
  • Pericardite: inflamação do pericárdio – membrana que envolve o coração;
  • Parada cardíaca: interrupção súbita e inesperada da função cardíaca;
  • Valvulopatias: doenças das válvulas cardíacas, como estenose e insuficiência;
  • Cardiopatias congênitas: malformações cuja origem está na formação do coração no feto;
  • Doença arterial coronariana: inclui casos de infarto;
  • Doenças vasculares: como o AVC.

A realização de exames preventivos para a saúde cardíaca é indicada tanto para homens quanto para mulheres. Essa avaliação cardiológica deve ser buscada a partir dos 35 a 40 anos de idade.

Por outro lado, se o indivíduo realiza atividade física intensa ou se possui histórico de doença cardiovascular na família, é indicado que os cuidados preventivos comecem antes, já por volta dos 30 anos.

Principais exames cardiológicos

Eletrocardiograma

O eletrocardiograma avalia a atividade elétrica do coração, o que permite verificar se os padrões encontrados são normais ou indicam alguma anomalia, como problemas no ritmo cardíaco.

Arritmias, aumento de cavidades cardíacas e outras patologias coronarianas podem ser observadas no exame.O exame também é utilizado para detecção de doenças que podem afetar o coração, ainda que não tenham origem nele. É o caso, por exemplo, do hipertireoidismo: os altos níveis de hormônios da glândula tireoide podem resultar em batimentos cardíacos irregulares.

Holter

O holter é um tipo de eletrocardiograma de alta duração. O que o exame faz é estender o tempo de observação da atividade elétrica do paciente, algo bastante útil para o diagnóstico e acompanhamento de arritmias, por exemplo.

Sua realização depende de um aparelho do tamanho de um telefone celular, com bateria própria, que fica com o paciente durante 24 horas, posicionado na altura da sua cintura.

Também a partir de eletrodos, como em um ECG normal, são coletados dados durante as atividades de rotina.

Angina, pericardite, infarto e isquemia miocárdica são outras condições médicas cujo diagnóstico se favorece da utilização do holter 24 horas.


Mapa

Enquanto o holter investiga arritmias, o MAPA acompanha casos de hipertensão e hipotensão – pressão alta e baixa, respectivamente.

A partir de um aparelho posicionado no braço do paciente, são realizadas medições automáticas da pressão arterial a cada 15 minutos.Os dados são registrados em outro aparelho, este instalado na cintura do paciente.

O exame é requisitado quando há necessidade médica de acompanhar o comportamento da pressão arterial ao longo do dia.

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Fonoaudióloga, quando procurar?

O fonoaudiólogo é um profissional focado em todos os aspectos da comunicação humana, ou seja, a linguagem oral e escrita, a fala, a voz e a audição, além dos movimentos relacionados à mastigação, deglutição e respiração. Logo, é responsável por desenvolver atividades voltadas à saúde, prevenção, avaliação, diagnóstico, orientação e terapia de seus pacientes.

Além de crianças com atraso ou dificuldade na fala, crianças e adultos portadores de necessidades especiais, com síndromes e dificuldade na comunicação, em tratamentos ortodônticos,  idosos com dificuldades  para engolir e ou ouvir, crianças com dificuldade de aprendizagem que realizam trocas na escrita, deficientes auditivos, pacientes de AVC, TCE e com traqueostomia, também apresentam uma melhora na qualidade de vida com o acompanhamento deste profissional.

 

 

A fonoaudiologia trabalha com diversos aspectos, como:

Linguagem – trabalhará com aspectos que envolvem a comunicação oral e escrita, visando identificar e trabalhar possíveis distúrbios no processo de desenvolvimento da comunicação desde a infância à vida adulta.

 

Motricidade – Habilitação e reabilitação de funções relacionadas à respiração, sucção, mastigação, deglutição, expressão facial e articulação da fala, visando melhores condições de vida e de comunicação do paciente.

 

Disfagia – Avaliação e diagnóstico de distúrbios da deglutição, com intuito de intervir (habilitar e/ou reabilitar) para prover melhoria na qualidade de vida do paciente.

 

Fluência – Identificação de tipologias das disfluências típicas e atípicas para o diagnóstico e intervenção em transtornos da fluência.

 

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Hipotensão e Hipertensão, você sabe a diferença?

A pressão arterial é a força exercida pelo bombeamento que o coração realiza sobre as paredes das artérias. Ao medirmos essa força são aferidos dois números.

O primeiro, medido em milímetros de mercúrio (mmHg), transcreve a pressão realizada sobre as artérias durante a sístole, ou seja, durante a contração do coração. O segundo número é medido durante a diástole, fase na qual os músculos cardíacos relaxam.
Quando a resistência das artérias está alterada, isto é, quando a força necessária para que o sangue chegue aos tecidos está aumentada ou diminuída, temos, respectivamente, a hipertensão arterial e a hipotensão arterial.

Hipertensão arterial

Uma pessoa saudável possui uma pressão arterial de 120×80 mmHg. Sendo assim, valores acima dessa referência são considerados perigosos para a saúde. Quando uma pessoa tem a medida acima de 140×90 mmHg em duas aferições e de maneira contínua, é possível diagnosticá-la como hipertensa.

Em pessoas hipertensas, o sangue precisa passar com maior pressão para vencer a resistência das artérias e, por isso, esse número é aumentado.

Causas

A hipertensão arterial é uma doença de causa multifatorial, ou seja, possui diversas causas que agem conjuntamente para o aumento do volume de sangue, da frequência cardíaca e da resistência das artérias, o que eleva a pressão arterial.

A vida sedentária e a má alimentação propiciam ganho de peso e obesidade, o que é um fator de risco para a instalação da hipertensão. Além disso, alimentos ricos em sal fazem com que o volume sanguíneo fique maior.

O tabagismo também é um importante fator de risco, visto que o fumo lesa as paredes das artérias e pode aumentar a resistência, elevando a pressão.

Sintomas

Na maioria das vezes, a hipertensão não apresenta sinais, o que é extremamente perigoso. Apenas quando a pressão alcança níveis extremamente altos é que aparecem sintomas como dor de cabeça, vômitos e sangramentos pelo nariz.

Hipotensão arterial

Hipotensão, ou pressão baixa, é caracterizada por valores pressóricos menores que 90×60 mmHg. No entanto, é preciso ressaltar que algumas pessoas possuem pressão mais baixa normalmente, ou seja, não estão doentes. Essa condição é comum em atletas e pessoas baixas e magras.

Causas

Níveis baixos de pressão podem ocorrer quando há pouco volume de sangue circulando. Essa condição ocorre na desidratação, na perda sanguínea por ferimentos, no jejum prolongado e no uso excessivo de medicamentos contra a pressão alta.

Além disso, quedas de pressão com um pouco de tontura podem podem ocorrer quando nos levantamos rapidamente, devido a uma demora momentânea de irrigação para o cérebro.

Sintomas

Quando há hipotensão, o sangue não está circulando perfeitamente e pode haver diminuição da oferta de oxigênio para os tecidos. Dessa forma, surgem alguns sintomas, como fraqueza, tontura, suor frio e taquicardia.

 

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Depressão na adolescência

A adolescência é o período de transição entre a infância e a vida adulta, caracterizado por impulsos do desenvolvimento físico, mental, emocional, sexual e social e por esforços do indivíduo para alcançar os objetivos relacionados às expectativas culturais da sociedade em que vive. A adolescência inicia-se com as mudanças corporais da puberdade e termina quando o indivíduo consolida o seu crescimento e a sua personalidade, obtendo, progressivamente, a sua independência econômica, além da integração no seu grupo social.

A depressão na adolescência, por sua vez, também é um assunto que ganha cada vez mais atenção, visto que esse é um grupo com grandes riscos de desenvolver a doença.

A adolescência é um período da vida muito conturbado, no qual os jovens passam por diversas situações novas, pressões sociais e sofrem com variações de humor e crises emocionais. Para alguns, é um momento extremamente turbulento, com muitos altos e baixos. Além disso, a desregulamentação hormonal nessa fase também pode ser um dos fatores que tornam desafiador lidar com tantas emoções.

 

Quais são os sintomas da depressão na adolescência?

A depressão vai além de uma tristeza passageira. É necessário enfatizar a gravidade da doença, pois na adolescência é comum os parentes consideraram muitos dos sintomas frescura ou “drama de adolescente”.

Por mais que alguns sintomas sejam universais, independentemente da faixa de idade da pessoa, vale ressaltar que existem alguns sinais para se ficar de olho quando o assunto é depressão na adolescência.

1. Queda no rendimento escolar

Esse é um sinal bem específico em crianças e adolescentes que possuem a doença, pois a depressão causa alteração da forma e velocidade do raciocínio, o que consequentemente faz com que o rendimento caia. Além disso, o número de faltas nas aulas também pode aumentar significativamente.

2. Mudanças de comportamento

É muito comum associar a depressão apenas a melancolia e tristeza, no entanto, em alguns casos, as mudanças de humor e comportamento podem estar associadas ao mau humor excessivo e irritação. O adolescente pode se tornar mais rabugento e se queixar sobre não saber o que fazer.

3. Desinteresse pelo futuro

Um dos sintomas comuns de quem sofre com a depressão é a apatia e ausência de planos para o futuro. Quando estamos falando de adolescentes, chega uma fase em que é preciso tomar decisões que afetam o futuro profissional daquele jovem, como a escolha do curso e universidade. Normalmente, é um momento de muita empolgação, pois é o início da construção da independência.

Neste momento da vida é de suma importância de buscar uma ajuda profissional especializada, evitando assim danos futuros para a vida do quase adulto.

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Tipos de dores de cabeça

Dores de cabeça podem ocorrer em pessoas de todas as idades, desde o nascimento até a velhice. Essa queixa também comum na infância pode estar relacionada com um distúrbio físico, emocional ou psicológico, ou ainda ser efeito colateral de algum medicamento.

Existem inúmeros tipos de cefaleias primárias. Os mais frequentes são a cefaleia tensional, a cefaleia em salvas e a enxaqueca.

A cefaleia tensional costuma ser a mais prevalente e pode ser aguda ou crônica. Como o nome diz, resulta da tensão prolongada da musculatura cervical (ao redor do pescoço) e da musculatura ao redor do crânio. Em geral, é uma dor em peso ou aperto, bilateral, de intensidade leve ou moderada, que se manifesta na testa, na nuca ou na parte de cima da cabeça.  A duração da crise varia bastante.

Na cefaleia em salvas, a dor é pulsátil, muito forte, de um lado só, na região têmporo-frontal, na face e na órbita ou no fundo de um dos olhos. Queda da pálpebra, congestão ocular (o olho fica vermelho e lacrimejante), obstrução nasal e coriza são outros sintomas que se manifestam também no lado afetado pela dor. As crises vêm agrupadas, são diárias, de uma a oito por dia, muitas vezes ocorrem durante a noite, e podem repetir-se por dias ou meses. Assim como desaparecem de uma hora para outra, podem voltar de repente.

Ainda sem causa bem definida, mas com base em estudos e análises clínicas, a cefaleia em salvas tem sido atribuída em maior escala a pessoas do sexo masculino e/ou que fazem uso do tabaco e de bebidas alcoólicas.

A enxaqueca é de longe o tipo mais comum, sendo responsável por quase 60% de todas as cefaleias, com predominância no sexo feminino devido a fatores genético-hormonais.

Elas geralmente se apresentam como dor unilateral (de um lado só da cabeça), latejante, de intensidade moderada a severa, que pode se agravar com atividade física. Além disso, náusea e/ou vômito; sensibilidade à luz, ao som e a odores fortes, também podem se somar aos sintomas da enxaqueca.

A periodicidade das crises pode variar de uma a cada três meses até quatro vezes por semana Em alguns pacientes, após muito tempo desde a primeira crise, ela pode até se transformar em cefaleia crônica diária, também conhecida como enxaqueca transformada.

Em casos crônicos (mais de 15 dias por mês com a dor, com ocorrência em meses sequentes), o tratamento deve envolver terapias multidisciplinares com uso de drogas preventivas e para a contenção de crises, com orientação para mudanças de hábitos alimentares e de comportamentos em geral que possam ser gatilhos da dor.

 

Sofre com dores de cabeça? Independentemente do tipo de dor de cabeça é imprescindível buscar um Neurologista de confiança para diagnóstico e tratamento preciso.

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Você sofre com queda de cabelo?

A queda de cabelo atinge ao menos 25% das brasileiras com idades entre 35 e 40 anos, e o percentual sobe para 50% a partir da quarta década de vida. Os dados são da Associação Brasileira de Cirurgia de Restauração Capilar e comprovam que a queda dos fios é realmente frequente e recorrente entre homens e mulheres, causando verdadeiro pânico em alguns casos.

Existe uma queda considerada normal, que é a de aproximadamente 100 fios ao dia. Essa perda ocorre por conta da renovação dos fios, que nascem, crescem e caem naturalmente. Porém, é quando a quantidade perdida supera a média normal que as coisas começam a ficar preocupantes.

O ralo cheio de fios ou cabelos espalhados pelas roupas e pelos travesseiros soam como um alerta.

Existem múltiplas causas para a perda dos fios, e que podem ou não estar associadas. Elas passam por alterações hormonais, estresse, dietas restritivas, tratamento de doenças como o câncer, inflamações e doenças do couro cabeludo e o uso de medicamentos. Um diagnóstico correto é o primeiro passo para o tratamento adequado.

As principais causas são:

Estresse

O estresse impacta o corpo humano de variadas formas, e um dos efeitos colaterais do quadro é o aumento da queda de cabelos. Em casos graves de estresse pode ocorrer a alopecia areata, um tipo de queda que deixa “buracos” totalmente sem fios, semelhantes à clareiras, espalhados pelo couro cabeludo. Adotar ações para redução do estresse, como a busca por tratamento psicológico, uma boa alimentação, descanso adequado e a prática de exercícios, melhora o quadro geral e, consequentemente, a perda dos fios.

Doenças da tireoide

O hipertireoidismo (que é o funcionamento exacerbado da glândula) e o hipotireoidismo (quando a tireoide funciona de forma ineficaz) podem causar queda e afinamento dos fios. Por meio de exames, o médico consegue detectar se há algo de errado com a atividade da glândula e tratar a causa de forma medicamentosa ou, em casos mais graves, por meio de cirurgia.

Anemia

A queda de cabelos pode ser um dos sintomas da deficiência de ferro no organismo, que também causa palidez, fraqueza e cansaço frequente. Uma alimentação rica em ferro e em vitaminas, além da reposição medicamentosa do mineral, tendem a cessar o problema. Porém, apenas o médico pode indicar o uso de suplementos com ferro, pois o excesso também pode desencadear problemas.

Cistos ovarianos

A ocorrência da Síndrome dos Ovários Policísticos aumenta a presença de testosterona no organismo feminino, causando a queda de cabelo e outros sintomas. O tratamento é realizado conforme o quadro de cada paciente, podendo incluir indicação de perda de peso e uso de anticoncepcionais.

Tabagismo

O hábito de fumar impacta o corpo humano de forma negativa, e é um dos motivos para a queda dos fios. Isso ocorre porque as substâncias presentes no cigarro se acumulam no organismo, causando degeneração nos vasos sanguíneos que alimentam o couro cabeludo. Os fios vão ficando fracos e caem mais.

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