Exames cardiológico e suas funções.


Exames cardiológico e suas funções.

 

O coração é um dos órgãos mais sensíveis do corpo humano, o que justifica a existência de diferentes tipos de exames cardiológicos. Eles servem tanto para a prevenção quanto para o acompanhamento de doenças cardíacas, afinal, a principal causa de morte no mundo são as doenças cardiovasculares. A função de bombear e distribuir sangue e nutrientes por todo o organismo requer o mais perfeito funcionamento dos vasos e do coração, sendo que qualquer alteração representa um risco.

Arritmias, hipertrofias, placas de gordura, pressão elevada. Tudo isso contribui para o mau funcionamento cardiovascular e, consequentemente, coloca em risco a vida do indivíduo. Por esse motivo, é tão importante detectar alterações para intervir em prol de melhorias.

Entre as patologias, as mais comuns são as seguintes:

  • Arritmias: alterações nos batimentos cardíacos;
  • Cardiomiopatias: dificuldade no fornecimento de sangue ao corpo pelo coração;
  • Pericardite: inflamação do pericárdio – membrana que envolve o coração;
  • Parada cardíaca: interrupção súbita e inesperada da função cardíaca;
  • Valvulopatias: doenças das válvulas cardíacas, como estenose e insuficiência;
  • Cardiopatias congênitas: malformações cuja origem está na formação do coração no feto;
  • Doença arterial coronariana: inclui casos de infarto;
  • Doenças vasculares: como o AVC.

A realização de exames preventivos para a saúde cardíaca é indicada tanto para homens quanto para mulheres. Essa avaliação cardiológica deve ser buscada a partir dos 35 a 40 anos de idade.

Por outro lado, se o indivíduo realiza atividade física intensa ou se possui histórico de doença cardiovascular na família, é indicado que os cuidados preventivos comecem antes, já por volta dos 30 anos.

Principais exames cardiológicos

Eletrocardiograma

O eletrocardiograma avalia a atividade elétrica do coração, o que permite verificar se os padrões encontrados são normais ou indicam alguma anomalia, como problemas no ritmo cardíaco.

Arritmias, aumento de cavidades cardíacas e outras patologias coronarianas podem ser observadas no exame.O exame também é utilizado para detecção de doenças que podem afetar o coração, ainda que não tenham origem nele. É o caso, por exemplo, do hipertireoidismo: os altos níveis de hormônios da glândula tireoide podem resultar em batimentos cardíacos irregulares.

Holter

O holter é um tipo de eletrocardiograma de alta duração. O que o exame faz é estender o tempo de observação da atividade elétrica do paciente, algo bastante útil para o diagnóstico e acompanhamento de arritmias, por exemplo.

Sua realização depende de um aparelho do tamanho de um telefone celular, com bateria própria, que fica com o paciente durante 24 horas, posicionado na altura da sua cintura.

Também a partir de eletrodos, como em um ECG normal, são coletados dados durante as atividades de rotina.

Angina, pericardite, infarto e isquemia miocárdica são outras condições médicas cujo diagnóstico se favorece da utilização do holter 24 horas.


Mapa

Enquanto o holter investiga arritmias, o MAPA acompanha casos de hipertensão e hipotensão – pressão alta e baixa, respectivamente.

A partir de um aparelho posicionado no braço do paciente, são realizadas medições automáticas da pressão arterial a cada 15 minutos.Os dados são registrados em outro aparelho, este instalado na cintura do paciente.

O exame é requisitado quando há necessidade médica de acompanhar o comportamento da pressão arterial ao longo do dia.

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Depressão na adolescência

A adolescência é o período de transição entre a infância e a vida adulta, caracterizado por impulsos do desenvolvimento físico, mental, emocional, sexual e social e por esforços do indivíduo para alcançar os objetivos relacionados às expectativas culturais da sociedade em que vive. A adolescência inicia-se com as mudanças corporais da puberdade e termina quando o indivíduo consolida o seu crescimento e a sua personalidade, obtendo, progressivamente, a sua independência econômica, além da integração no seu grupo social.

A depressão na adolescência, por sua vez, também é um assunto que ganha cada vez mais atenção, visto que esse é um grupo com grandes riscos de desenvolver a doença.

A adolescência é um período da vida muito conturbado, no qual os jovens passam por diversas situações novas, pressões sociais e sofrem com variações de humor e crises emocionais. Para alguns, é um momento extremamente turbulento, com muitos altos e baixos. Além disso, a desregulamentação hormonal nessa fase também pode ser um dos fatores que tornam desafiador lidar com tantas emoções.

 

Quais são os sintomas da depressão na adolescência?

A depressão vai além de uma tristeza passageira. É necessário enfatizar a gravidade da doença, pois na adolescência é comum os parentes consideraram muitos dos sintomas frescura ou “drama de adolescente”.

Por mais que alguns sintomas sejam universais, independentemente da faixa de idade da pessoa, vale ressaltar que existem alguns sinais para se ficar de olho quando o assunto é depressão na adolescência.

1. Queda no rendimento escolar

Esse é um sinal bem específico em crianças e adolescentes que possuem a doença, pois a depressão causa alteração da forma e velocidade do raciocínio, o que consequentemente faz com que o rendimento caia. Além disso, o número de faltas nas aulas também pode aumentar significativamente.

2. Mudanças de comportamento

É muito comum associar a depressão apenas a melancolia e tristeza, no entanto, em alguns casos, as mudanças de humor e comportamento podem estar associadas ao mau humor excessivo e irritação. O adolescente pode se tornar mais rabugento e se queixar sobre não saber o que fazer.

3. Desinteresse pelo futuro

Um dos sintomas comuns de quem sofre com a depressão é a apatia e ausência de planos para o futuro. Quando estamos falando de adolescentes, chega uma fase em que é preciso tomar decisões que afetam o futuro profissional daquele jovem, como a escolha do curso e universidade. Normalmente, é um momento de muita empolgação, pois é o início da construção da independência.

Neste momento da vida é de suma importância de buscar uma ajuda profissional especializada, evitando assim danos futuros para a vida do quase adulto.

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Tipos de dores de cabeça

Dores de cabeça podem ocorrer em pessoas de todas as idades, desde o nascimento até a velhice. Essa queixa também comum na infância pode estar relacionada com um distúrbio físico, emocional ou psicológico, ou ainda ser efeito colateral de algum medicamento.

Existem inúmeros tipos de cefaleias primárias. Os mais frequentes são a cefaleia tensional, a cefaleia em salvas e a enxaqueca.

A cefaleia tensional costuma ser a mais prevalente e pode ser aguda ou crônica. Como o nome diz, resulta da tensão prolongada da musculatura cervical (ao redor do pescoço) e da musculatura ao redor do crânio. Em geral, é uma dor em peso ou aperto, bilateral, de intensidade leve ou moderada, que se manifesta na testa, na nuca ou na parte de cima da cabeça.  A duração da crise varia bastante.

Na cefaleia em salvas, a dor é pulsátil, muito forte, de um lado só, na região têmporo-frontal, na face e na órbita ou no fundo de um dos olhos. Queda da pálpebra, congestão ocular (o olho fica vermelho e lacrimejante), obstrução nasal e coriza são outros sintomas que se manifestam também no lado afetado pela dor. As crises vêm agrupadas, são diárias, de uma a oito por dia, muitas vezes ocorrem durante a noite, e podem repetir-se por dias ou meses. Assim como desaparecem de uma hora para outra, podem voltar de repente.

Ainda sem causa bem definida, mas com base em estudos e análises clínicas, a cefaleia em salvas tem sido atribuída em maior escala a pessoas do sexo masculino e/ou que fazem uso do tabaco e de bebidas alcoólicas.

A enxaqueca é de longe o tipo mais comum, sendo responsável por quase 60% de todas as cefaleias, com predominância no sexo feminino devido a fatores genético-hormonais.

Elas geralmente se apresentam como dor unilateral (de um lado só da cabeça), latejante, de intensidade moderada a severa, que pode se agravar com atividade física. Além disso, náusea e/ou vômito; sensibilidade à luz, ao som e a odores fortes, também podem se somar aos sintomas da enxaqueca.

A periodicidade das crises pode variar de uma a cada três meses até quatro vezes por semana Em alguns pacientes, após muito tempo desde a primeira crise, ela pode até se transformar em cefaleia crônica diária, também conhecida como enxaqueca transformada.

Em casos crônicos (mais de 15 dias por mês com a dor, com ocorrência em meses sequentes), o tratamento deve envolver terapias multidisciplinares com uso de drogas preventivas e para a contenção de crises, com orientação para mudanças de hábitos alimentares e de comportamentos em geral que possam ser gatilhos da dor.

 

Sofre com dores de cabeça? Independentemente do tipo de dor de cabeça é imprescindível buscar um Neurologista de confiança para diagnóstico e tratamento preciso.

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Você sofre com queda de cabelo?

A queda de cabelo atinge ao menos 25% das brasileiras com idades entre 35 e 40 anos, e o percentual sobe para 50% a partir da quarta década de vida. Os dados são da Associação Brasileira de Cirurgia de Restauração Capilar e comprovam que a queda dos fios é realmente frequente e recorrente entre homens e mulheres, causando verdadeiro pânico em alguns casos.

Existe uma queda considerada normal, que é a de aproximadamente 100 fios ao dia. Essa perda ocorre por conta da renovação dos fios, que nascem, crescem e caem naturalmente. Porém, é quando a quantidade perdida supera a média normal que as coisas começam a ficar preocupantes.

O ralo cheio de fios ou cabelos espalhados pelas roupas e pelos travesseiros soam como um alerta.

Existem múltiplas causas para a perda dos fios, e que podem ou não estar associadas. Elas passam por alterações hormonais, estresse, dietas restritivas, tratamento de doenças como o câncer, inflamações e doenças do couro cabeludo e o uso de medicamentos. Um diagnóstico correto é o primeiro passo para o tratamento adequado.

As principais causas são:

Estresse

O estresse impacta o corpo humano de variadas formas, e um dos efeitos colaterais do quadro é o aumento da queda de cabelos. Em casos graves de estresse pode ocorrer a alopecia areata, um tipo de queda que deixa “buracos” totalmente sem fios, semelhantes à clareiras, espalhados pelo couro cabeludo. Adotar ações para redução do estresse, como a busca por tratamento psicológico, uma boa alimentação, descanso adequado e a prática de exercícios, melhora o quadro geral e, consequentemente, a perda dos fios.

Doenças da tireoide

O hipertireoidismo (que é o funcionamento exacerbado da glândula) e o hipotireoidismo (quando a tireoide funciona de forma ineficaz) podem causar queda e afinamento dos fios. Por meio de exames, o médico consegue detectar se há algo de errado com a atividade da glândula e tratar a causa de forma medicamentosa ou, em casos mais graves, por meio de cirurgia.

Anemia

A queda de cabelos pode ser um dos sintomas da deficiência de ferro no organismo, que também causa palidez, fraqueza e cansaço frequente. Uma alimentação rica em ferro e em vitaminas, além da reposição medicamentosa do mineral, tendem a cessar o problema. Porém, apenas o médico pode indicar o uso de suplementos com ferro, pois o excesso também pode desencadear problemas.

Cistos ovarianos

A ocorrência da Síndrome dos Ovários Policísticos aumenta a presença de testosterona no organismo feminino, causando a queda de cabelo e outros sintomas. O tratamento é realizado conforme o quadro de cada paciente, podendo incluir indicação de perda de peso e uso de anticoncepcionais.

Tabagismo

O hábito de fumar impacta o corpo humano de forma negativa, e é um dos motivos para a queda dos fios. Isso ocorre porque as substâncias presentes no cigarro se acumulam no organismo, causando degeneração nos vasos sanguíneos que alimentam o couro cabeludo. Os fios vão ficando fracos e caem mais.

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Obesidade Infantil, qual é o risco?

A obesidade infantil é caracterizada por um excesso de gordura corporal em crianças de até 12 anos, sendo considerado sobrepeso quando o peso da criança está, no mínimo, 15% acima do peso de referência para a sua idade. O diagnóstico também pode realizado através do IMC.

Com o passar dos anos, o número de crianças obesas tem aumentado, fazendo a saúde pública reconhecer a obesidade infantil como um grave problema, como uma epidemia.

Isso porque a obesidade está relacionada a diversas doenças crônicas, como diabetes, hipertensão, doenças cardíacas e má formação do esqueleto. Além disso, pode gerar dificuldades para executar atividades e brincadeiras comuns da infância.

Assim como a obesidade é uma doença que pode comprometer a qualidade de vida do adulto, na criança os riscos são os mesmos. A diferença é que o maior tempo de exposição ao excesso de gordura poderá desencadear doenças crônicas mais cedo, reduzindo a expectativa de vida do indivíduo.

Além disso, como a criança está em fase de crescimento, a obesidade infantil pode ser um impacto negativo no desenvolvimento dos ossos, músculos e articulações, prejudicando a formação do esqueleto.

 

Entre os riscos da obesidade infantil, de curto e longo prazo, podemos citar:

  • Obesidade mórbida, quando adultos;
  • Doenças respiratórias, como asma e apneia;
  • Doenças ortopédicas, como problemas de coluna ou joelhos;
  • Dores nas articulações;
  • Disfunções do fígado, em função do acúmulo de gordura;
  • Colesterol alto;
  • Diabetes;
  • Hipertensão arterial;
  • Complicações metabólicas.

       Alimentação

Com o passar dos anos, houve uma drástica mudança nos comportamentos alimentares das casas, em todo o mundo. As crianças passaram a ter contato com alimentos industrializados e hiper calóricos, e se afastaram das frutas e de outros alimentos naturais e saudáveis.

Com o consumo exagerado de gorduras e açúcares, há uma mudança na produção de hormônios ligados ao prazer, como a dopamina. Assim, começa um processo de compulsão alimentar: como um vício.

      Sedentarismo

Ao lado da mudança alimentar, observamos, também, uma mudança em relação às atividades físicas. Antigamente, crianças brincavam nas ruas, correndo e pulando. Hoje, as crianças passam muito mais tempo sentadas no sofá, de olho nos televisores, computadores ou videogames, com isso, a criança não gasta mais calorias do que come. Assim, engorda.

 

O diagnóstico e tratamento devem ser realizados por médicos especializados. Entre em contato pelo WhatsApp  ww www.bit.ly/contatoclinipop e marque uma consulta!

 

Como manter a saúde do coração em dia

Ter um coração saudável é o objetivo de qualquer pessoa para manter uma vida ativa. No entanto, os números em relação a casos de doenças relacionadas ao coração são preocupantes. Segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia, as doenças cardiovasculares são responsáveis por 3 vezes mais mortes do que as respiratórias. Resumindo, o infarto (a obstrução da artéria que impossibilita a circulação sanguínea) é um dos fatores com maior índice de mortalidade no Brasil. De acordo com o Ministério da Saúde, cerca de 300 mil pessoas sofrem infarto por ano no país.

Veja o que deve ser feito para manter a saúde do coração em dia:

Evite o cigarro: além de causar problemas respiratórios e oncológicos, o cigarro também é um dos responsáveis por potencializar os riscos de doenças no coração. Ao deixar de fumar, a pessoa reduz imediatamente pela metade o risco de morrer do coração.
Diminua o peso: quando estamos acima do peso, o coração fica mais espesso e precisa de mais força para bombear o sangue. Além disso, o acúmulo de gorduras provoca a obstrução das artérias, o que dificulta a passagem do sangue. O sobrepeso também dificulta o controle do colesterol e da pressão arterial.
Pratique exercícios regularmente: a prática de atividades físicas melhora a saúde do coração e os vasos sanguíneos. Também ajuda na diminuição da glicose, risco de trombose e reduze a inflamação no sangue. O ideal é destinar cerca de 30 a 40 minutos por dia para a realização de atividades físicas, em ritmo moderado.

Controle pressão arterial: a hipertensão arterial é uma doença cardiovascular crônica que atinge principalmente vasos sanguíneos, coração, cérebro e rins. Consulte sempre o médico para medir a pressão sanguínea.
Evite estresse e tensão: nem sempre é fácil controlar as situações de nervosismo e tensão. Mas, quando esfriamos a cabeça, percebemos que ficar nervoso não resolve nenhum problema. Ao contrário, contribui para danificar o sistema nervoso.
Reduza o consumo do açúcar: evite alimentos com alto teor de açúcar refinado, como bolos e outros doces. Fique também atento ao conteúdo de açúcar das bebidas. O açúcar aumenta o índice de glicose no organismo.
Controle o colesterol: a alteração no nível do colesterol faz com se formem placas de gorduras nas artérias, o que pode provocar o endurecimento dos vasos. Para mantê-lo sob controle é importante incluir na dieta o consumo de alimentos ricos em ácidos graxos e ômega 3, como castanhas e salmão, por exemplo, e também praticar exercícios físicos.
Consulte um cardiologista: a visita ao médico cardiologista e o check up do coração, é imprescindível para manter a saúde do coração e prevenir futuras complicações.

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A visão muda com a idade? Problemas comuns que surgem no decorrer da vida.

Conforme envelhecemos, nossos olhos mostram mudanças de desempenho relacionadas à idade. Algumas dessas mudanças, como a vista cansada ou presbiopia, são perfeitamente normais e não significam qualquer tipo de processo patológico.

Algumas pessoas no entanto, sofrem de doenças oculares mais graves relacionadas à idade, que têm maior potencial para afetar nossa qualidade de vida conforme envelhecemos. Essas doenças incluem glaucoma, degeneração macular e retinopatia diabética.

Mudanças normais na visão relacionadas à idade

Vista cansada ou presbiopia

Depois de passar da marca dos 40 anos, você perceberá que fica mais difícil focar em objetos de perto. Isso ocorre porque a lente no interior do olho começa a perder sua capacidade de mudar de formato — um processo chamado de presbiopia, ou vista cansada. Eventualmente você precisará de óculos de leitura.

Conforme você passa dos 50 anos, a presbiopia ou vista cansada vai avançando. Você pode perceber a necessidade de mudanças frequentes de receitas de óculos e lentes de contato.

Degeneração macular

A degeneração macular relacionada à idade (DMRI) é uma doença que ocorre em uma parte da retina chamada mácula e que leva a perda progressiva da visão central. A DMRI é a causa mais comum de perda da visão em pessoas acima de 50 anos.

Glaucoma

Glaucoma é uma doença ocular causada principalmente pela elevação da pressão intraocular que provoca lesões no nervo ótico e, como consequência, comprometimento visual. O risco de desenvolver glaucoma aumenta a cada década depois dos 40 anos, de 1% aos 40 anos a até 12% aos 80 anos.

Retinopatia diabética

Retinopatia diabética é uma complicação que ocorre quando o excesso de glicose no sangue danifica os vasos sanguíneos dentro da retina. Caso o paciente não busque tratamento, a visão pode ficar seriamente comprometida.

 

Redução do tamanho da pupila

Conforme envelhecemos, os músculos que controlam o tamanho das nossa pupila e a reação à luz perdem parte de sua força. Isso faz com que a pupila se torne menor e menos responsiva às mudanças na iluminação ambiente.

Devido a essas mudanças, pessoas acima dos 60 anos precisam do triplo de luz ambiente para uma leitura confortável em comparação com pessoas por volta dos 20 anos de idade.

Perda da visão periférica

O envelhecimento também causa uma perda normal da visão periférica, com o tamanho de nosso campo visual diminuindo aproximadamente de um a três graus por década de vida. 

Diminuição da visão cromática

As células na retina que são responsáveis pela visão cromática normal diminuem em sensibilidade conforme envelhecemos, fazendo com que as cores tenham menos brilho e o contraste entre diferentes cores se torne menos perceptível.

Descolamento do vítreo

Conforme envelhecemos, o vítreo gelatinoso dentro do olho começa a se liquefazer e se afastar da retina, causando “manchas e pontos flutuantes” e flashes de luz. Esse problema, chamado de descolamento do vítreo, geralmente é inofensivo. Mas moscas volantes e flashes de luz também podem ser sinal de um início de descolamento de retina — um problema sério que pode causar cegueira se não for tratado imediatamente.

Catarata

A catarata é uma lesão ocular que atinge e torna opaco o cristalino (lente situada atrás da íris cuja transparência permite que os raios de luz o atravessem e alcancem a retina para formar a imagem), o que compromete a visão. A principal causa da doença é o envelhecimento.

 

Consultar o oftalmologista anualmente é imprescindível para a saúde dos olhos, independente da idade.

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PLANOS DE EMAGRECIMENTO SAUDÁVEL DA CLINIPOP

Já falamos aqui a importância do emagrecimento saudável, com acompanhamento de profissionais qualificados e responsáveis, por isso, a CliniPop está lançando dois planos de emagrecimento para te apoiar neste processo, com segurança e muita saúde.
Nossos planos possuem benefícios e facilidades exclusivos, acompanhamento de profissionais competentes, qualificados e com a qualidade que a CliniPop preza.

A mudança de hábito não acontece do dia para noite e é necessário uma orientação com profissionais sérios para guiar este processo para obter o melhor resultado.

O endocrinologista é responsável por cuidar e rastrear doenças relacionadas ao metabolismo e funcionamento das glândulas, ou seja, problemas hormonais, que podem dificultar a perda de peso.

O nutricionista é o profissional indicado para auxiliar da reeducação alimentar, fazendo escolhas mais saudáveis, apoiando na criação de cardápios individualizados, garantindo assim um resultado muito mais assertivo.

Nossos planos contam com apoio das nossas profissionais de nutrição e endocrinologia, exames laboratoriais, bioimpedância, avaliação, descontos exclusivos em diversas modalidades para você garantir o seu exercício físico e muito mais, garantindo assim, todo apoio necessário para este projeto.

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Ansiedade e Depressão, saiba mais!

Ansiedade

Sintomas de ansiedade intensos, com grandes preocupações envolvendo futuro, podem “paralisar” o indivíduo e, com isso, trazer dificuldades na vida social, familiar e profissional/acadêmica. Se a ansiedade está causando dificuldades que prejudicam a dinâmica de vida da pessoa, é importante que passe por uma avaliação psiquiátrica para esclarecer a necessidade de tratamento.

A ansiedade é uma manifestação natural e presente na vida de todo ser humano. Trata-se de uma sensação difusa, vaga e desagradável de apreensão. Funciona desde os primórdios da humanidade como um sinal de alerta, indicando que possa existir um perigo próximo inespecífico. Em níveis normais, a ansiedade ajuda a pessoa a lidar com ameaças, evitando o perigo ou diminuindo as suas consequências. Quando ocorrem com maior intensidade e frequência do que o esperado ou em situações incomuns, diz-se que a ansiedade se tornou patológica. Esses níveis de ansiedade “paralisam” o indivíduo, trazendo muitas dificuldades na vida social, familiar e profissional/acadêmica.

O tratamento medicamentoso inicia com doses baixas, que vão sendo aumentadas gradualmente, sempre com o objetivo do maior controle possível dos sintomas. As medicações antidepressivas não causam dependência e os novos fármacos possuem muito poucos efeitos colaterais, os quais tendem a desaparecer com o decorrer do tratamento. É importante lembrar que o tratamento medicamentoso tem o objetivo de ser por tempo determinado, em geral, a depender do caso por um período de 9 a 12 meses após controle dos sintomas. A psicoterapia também tem um papel importante no tratamento, sendo eficaz sozinha ou combinada. Quando a psicoterapia é combinada com tratamento medicamentoso, em geral observa-se diminuição importante do risco de recaída.

Depressão

Caracterizada predominantemente por tristeza e perda de prazer, pode provocar importante impacto social, familiar e profissional. Alterações do sono, apetite, fadiga, sentimento de culpa e pensamentos negativos são outros sintomas comumente presentes. A avaliação psiquiátrica detalhada é importante para diferenciação se tais sintomas são referentes a reações normal da vida psíquica ou a um possível episódio depressivo.

Depressão é uma doença grave e incapacitante, mas incompreendida por não ser identificável por exames laboratoriais. Uma pessoa deprimida tem prejuízos nos seus relacionamentos sociais, familiares, acadêmicos e profissionais. É uma doença mais comum em mulheres, mas também é muito frequente em homens, podendo ser diagnosticada em todas as idades, inclusive na infância e adolescência.

A depressão é diferente da mera tristeza, pois abrange um processo mais profundo e debilitante, envolvendo grande sensação de angústia, mal-estar e ideias pessimistas sobre tudo. Geralmente há falta de interesse e de vitalidade, sente-se sempre cansado e sem forças. Tudo lhe parece árduo, doloroso, pesado e difícil. Por vezes a concentração está prejudicada em quadros depressivos, e o sentimento de culpa e inutilidade podem estar presentes. Há comumente alteração do padrão de sono e apetite, seja para mais ou para menos, gerando grave acometimento da qualidade de vida do paciente.

Infelizmente ainda muitas pessoas têm medo de ir ao psiquiatra pelo preconceito com especialidade ou por achar que vão ficar dependentes do remédio ou “viciadas”. O resultado disso é que infelizmente o tratamento acaba demorando para ser iniciado, e a qualidade de vida permanece prejudicada por mais tempo.

Em um tratamento psiquiátrico adequado, o psiquiatra avalia muitos aspectos da vida da pessoa para fazer o diagnóstico e para escolher se são necessários medicamentos, quais medicamentos serão necessários, quais os melhores tipos e doses apropriadas para o paciente e por quanto tempo ele precisará se tratar. Se não tratada, a Depressão pode não melhorar, cronificar e se agravar. Melhores resultados são alcançados especialmente na combinação de tratamento medicamentoso e psicoterápico. A psicoterapia é efetiva no tratamento da Depressão e no alívio dos sintomas, reduzindo a chance de a pessoa vir a ter Depressão novamente no futuro.

Você ou alguém próximo precisam de apoio? Procure um Psiquiatra para melhor diagnóstico e tratamento.

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Adenoidite, você sabe o que é?

A adenoidite é a inflamação da adenoide, estrutura do sistema imunológico localizada atrás das cavidades nasais.

Adenoide é o nome de dois pequenos conglomerados de tecido linfoide, que se localizam na rinofaringe, região situada atrás das cavidades nasais e acima do palato mole, conhecido como céu da boca. Adenoide são órgãos que fazem parte do sistema imunológico e produzem anticorpos. As adenoides crescem durante a infância e começam a regredir a partir dos 6-7 anos de idade. Quando elas crescem muito, podem causar obstrução da passagem do ar respirado pelo nariz.

A principal consequência das adenoidites de repetição ou da hipertrofia das adenoides é a obstrução nasal que obriga a criança a respirar o tempo todo pela boca, o que  pode provocar alterações no desenvolvimento da arcada dentária e da musculatura da face, ronco, apneia do sono, voz anasalada e acúmulo da secreção no interior do nariz.

O diagnóstico é realizado através de avaliação clínica, apresentação dos sintomas e exames precisos.

Embora a tendência seja o volume das adenoides diminuir com o crescimento, a cirurgia é indicada nos casos de otite de repetição, perda auditiva, apneia do sono e quando a obstrução nasal é tão grave que a criança só consegue respirar pela boca. É uma cirurgia simples que não afeta o sistema de defesa local, porque existem outras estruturas capazes de desempenhar essa função perfeitamente.

 

Você ou alguém próximo sofre com esses sintomas? Procure um Otorrinolaringologista para melhor diagnóstico.

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